i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO

@ JULGAMENTO “ACACHAPANTE” SOBRE ABORTO DE ENECÉFALOS. Seria um onze a zero? Todos os ministros votando lucidamente a questão de forma científica e humanista. Não, humanitária. Essa era também a expectativa do ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Conforme a Agência Brasil, “os debates se encerram no dia 4 de setembro, quando serão ouvidos o Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), a Associação de Desenvolvimento da Família (Adef), a ONG Escola de Gente e a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos. A realização dos encontros é uma iniciativa do ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação apresentada em 2004 pela CNTS – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde”. As igrejas estão divididas: a CNBB argumenta que “todos têm direito à vida”. Perguntaríamos: que vida? A vida biológica não significa que muitos, inclusive doutores, não utilizem a mínima parte de sua atividade cerebral. Por outro lado, o Movimento Católicas pelo Direito de Decidir e parte da Igreja Universal do Reino de Deus também estão de acordo com a posição da CNTS, que argumenta que de acordo com a quase totalidade dos estudos científicos, os enencéfalos não sobrevivem por muito tempo e ainda colocam a vida das mães em risco. E isso, pelo exposto, porque a posição filosófica que diferencia vida e existência não foi levada em conta. Foram, na verdade, confundidas. Que a escolha seja feita pelas mães, mas verdadeiras escolhas, não meras volições fortuitas sugeridas. E, principalmente, que se deixem passar os fluxos vitais contínuos explosivos e criativos, inclusive para os que não são anencéfalos, mas que parecem pelas posições equivocadas e errôneas do ponto de vista político-democrático. Neste caso, torcemos pela goleada, mas principalmente pelo jogo bem jogado. I inda tem françêis…

@ DO ESCUDO ANTIMÍSSEIS AO BLOQUEADOR DE CELULAR, a distância só é de macro e micro, mas tudo fascismos. Os Estados Unidos estão obcecados por criar o muro antimísseis, ao qual outra força, a Rússia, se opõe. Agora, depois de “inventar o gosto” pelo uso de celular sem o qual algumas pessoas não imaginam viver, inclusive algumas que já existiam antes do celular ser sequer imaginado —, foi inventado nos Estados Unidos um aparelho que cria “espaços de silêncio”, entre 8 e 10 metros, para ser empregado em locais públicos. Seriamente, perguntamos para estes franceses: e se destes metros passasse para alguns milhares de quilômetros, zilhões de quilômetros, até os quasares? A questão agora seria emperrar a velocidade vorácica? O que fazer? Inventar-se-ão outros aparelhos que não serão bloqueados pelo bloqueador, pelo antimíssil? Ao contrário do que pensa (pensa?) a Psicanálise e as outras “ciências” da mente, a “obsessão” não é um efeito de um trauma, ela é a causa exterior, traumatizante, proveniente de um mau encontro (Spinoza), que diminui a potência de agir dos corpos no mundo. O capitalismo cria seus gostos, viciações, e as faz parecer como diferença. Tanto quem está com o último modelo de celular quanto quem está com o bloqueador “pensam” ser diferentes, quando são, na verdade, os mesmos. Macro/Microfascismos. I inda tem françêis…

Vamos que vamos

Que se não formos agora

Chegaremos depois de quem

Saiu depois que saímos agora…

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