Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Que a LEI MARIA DA PENHA é no Brasil/Jurídico uma das mais importantes leis na defesa dos direitos humanos ninguém contesta. Defendendo juridicamente o direito da mulher, Maria da Penha desfaz a segurança da impunidade do homem para poder violentar a mulher. É uma lei que chega principalmente na família, atingindo diretamente os maridos que durante anos se consideravam verdadeiros senhores proprietários de suas esposas, exercitando até mesmo o espancamento conjugal. Principal queixa das vítimas sacramentadas no espírito judaico/cristão/burguês/capitalista.

Como antes da lei a maioria das denúncias eram provenientes de mulheres de classe baixa, embora a lei tenha tido sua origem em um ação de uma mulher da classe média violentada pelo marido, que a deixou em cadeira de rodas, depois da institucionalização da lei esqueceu-se um tanto destas mulheres da classe média que ainda são violentadas. A maioria com formação escolar superior. Aí o grande equívoco usado como argumento que afirmava que a mulher da classe baixa violentada pelo marido não o denunciava e, quando denunciava, logo tirava a queixa, por medo de novos maltratos e medo de perder a segurança que encontrava no parceiro, muitas vezes financeira. Eis que o argumento serve também para mulheres da classe média. Sabe-se que muitas delas são violentadas pelos maridos e, entretanto, não os denunciam. Principalmente quando a união sacramental dos dois, algoz e vítima, é uma referência publica. Casais tidos como harmoniosos, felizes e cristãos nos salões do glamour.

Tristes mulheres inimigas de si mesmas, e quando possuem filhas/filhos inimigos deles: para a filha, dá o exemplo da submissão a ser seguida — tudo pelas aparências familiares —, para o filho, o exemplo da tirania irracional a ser preservada e seguida. Nesta segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Mentrual, prefiro subir a escadaria da Penha a ter que servir de saco de desabafo de bebezinho filhinho de mamãe edipianizado. Chupeta comigo não!

# E escrevendo sobre violência familiar, mais uma: “NETA” BATE NA “AVÓ”, só que, neste caso, nas relações de parentesco televisivo.

Segundo o IBOPE, na disputa pela audiência alienadora das manhãs de sábado, a “neta” Marina Silva, de 6 aninhos, sentou o sarrafo tele-invisível-ibopiano na “vó”, Xuxa, de 45anões/cognitivos. O programa da “neta”, Sábado Animado (que Deus tenha piedade de tal netinha perambulando neste mundo ignóbil da TV), apresentado pela TV-SBT, das 7h às 12h, teve 10% de pontos média contra 9% de pontos média da “vó”, apresentado das 10h30 às 12h.

No mundo delirante da TV infantilizada — projeção neurótica de adultos reativos —, deve-se levar em consideração, segundo os padrões, as duas emissoras, que o da “vó” é considerado super-produção, enquanto o da “neta” é simples e ao vivo. O que para a audiência é a grande força. E, para alguns “críticos” do melaço, é a demonstração da inteligência de Silvio Santos via Raul Gil, o descobridor de Marina Silva.

Uma pergunta que alguns vertebrais fazem: Isso não é exploração do trabalho infantil, e da forma mais alienadora? Se não for, todos que fazem parte de um emissora de TV não são trabalhadores, daí não terem direito a salário.

# Essa é das boas. Supremo Tribunal de Justiça diz que MOTORISTAS que causam acidentes EMBRIAGADOS NÃO DEVEM RECEBER SEGURO.

É rock? Eu vou!

Beijos e abraços Vertebrais!

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