ADEUS, FHC! E QUE VENHA O FMI, MAS NÃO COMO ANTIGAMENTE…

Houve um tempo em que a palavra de ordem gritava em uníssono à voz de comando: “FORA FHC E O FMI!” Fernando Henrique se foi (calma mídia sequelada, não é “se fu…”). E o Fundo Monetário Internacional, que ditava suas despóticas regras de agiotagem aos países latinoamericanos, entre outros, agora recorre ao Brasil como um de seus credores.

Pra matar a direitaça de inveja, o Brasil, que há muito estava entre um dos países mais endividados junto ao FMI, hoje possui de reserva internacional cerca de US$ 200 bilhões, e emprestará ao FMI a módica quantia de US$ 4,5 bilhões.

Segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda, esse dinheiro já faz parte da cota do Brasil depositada no FMI. O que muda é que agora, como credor, o FMI poderá colocá-lo à disposição de empréstimos a outros países, principalmente os países chamados “emergentes”, como alguns dos hermanos da latinoamérica: “Para nós é importante, porque isso mostra que o Brasil é considerado um país sólido e vamos contribuir para viabilizar crédito para os países emergentes”, disse o ministro.

Além de credenciar a economia brasileira como confiável aos investimentos internacionais, a partir dessa inclusão, o Brasil, que já havia se posicionado ante à possibilidade de receber do FMI o convite para se tornar credor, dizendo que só aceitaria se o Fundo diminuísse as alíquotas e os juros de empréstimo, agora poderá pressionar para a redução das taxas na posição, “como nunca antes na história desse país”, em que se encontra.

Chique! Muito chique! Chiquérrimo, Lula! “Esse é o cara.”

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