CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

_______________Dissolução____________)))))))________Um curso não é uma meta com meios providentes para um fim objetivado. Um curso é um devir que ora é apanhado por corpos, ora apanha corpos em um processus in infinituum____________

____________(((((((((((((((((((((((((((((((((())))))____________Em sua construção etimológica-histórica, indivíduo salta do latim individuum e desdobra-se no grego, atomon. Corpus singular e indivisível. Como corpus social é uma potência individuação. Aí o medo das tiranias e o desespero em aprisioná-lo com seus medos apocalípticos_______________________(((((((((((((((((_____________A escola, como instituição arquitetônica, apanha o aluno, sem luz, para que o reflexo segmentado do professor inscreva em seus corpus cognitivo/afetivo os pontos geométricos do Estado. Enquanto o porteiro fecha o portão ao educando e ao educador_____________)))))))))
))))))))))))))))))(((((((((((((_____________Sobre Deus e seus préstimos
Nietzsche diz: “Deus está morto!” Sartre diz: “Se Deus está morto, tudo é permitido.” Deleuze diz: “Se Deus existe tudo é permitido.” Os “políticos” dizem: “Vivo ou morto, Deus serve para alguma coisa. Tem préstimo: serve para ganhar eleição.”__________________

____________________))))))))))))))))))))))))))__________O sorriso do tirano é a película de seu medo. A imagem que ele não consegue manter aprisionada, e impedir que ela chegue ao exterior________________((((((((((((((((((((((()))))))___________________Antes a escola era o território onde os saberes se movimentavam como liberdade. Hoje, dado o seu corpus arquitetônico-presidiário, é o olho paranóico de onde seus habitantes fantasiam a liberdade fora_________))))))))))))(((((((()))))))_________Maior mentira dos amantes “Te amarei por toda a vida”. Como o amor é um processual infinintuum, escapa a pontuação temporal. Logo, os amantes não encontram-se em sua duração__________

(((((((((((((()))))))))))))))____________O filósofo Walter Benjamin disse sobre a temporalidade da câmara cinematográfica: “A câmara confere ao instante uma espécie de choque póstumo.” Daí quê, se não for cinema, o público verá tão somente uma sessão necrofílmica

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