O MINISTRO AYRES BRITO E O CRITÉRIO A SER USADO NAS ELEIÇÕES 2008

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Carlos Ayres Brito, movimentando a sua participação na Inteligência democrática coletiva, posicionou-se a favor da HONESTIDADE como o principal critério a ser considerado e realizado nas escolhas de prefeitos e vereadores, no pleito de 2008, pelo Brasil.

Em uma democracia representativa, a honestidade, além de ser o respeito aos direitos e deveres constitucionais que garantem a liberdade assegurada pelas leis para o cidadão, ela também carrega o entendimento de que a pior morte é a morte civil, ou seja, aquela que impede que as pessoas possam exercer a sua existência produzindo a cidadania junto à construção da cidade como um espaço público, onde todos possam trabalhar para o bem comum.

Então, nada de tratar o voto como uma mercadoria. Nada de trocar ou vender o voto. Pelo contrário, fiquemos atentos, com os olhos de ver, para fazer do nosso voto um ato de responsabilidade coletiva. Caminhemos às urnas com os nossos títulos de eleitores particulares, mas com a consciência da produção coletiva através do nosso voto.

Levemos a alegria democrática em nosso voto para que possamos viver e não abdicarmos de nossa cidadania morrendo civicamente.

É com a alegria democrática que movimentamos, aqui neste bloguinho intempestivo, as palavras do presidente do TSE, Ayres Brito.

Sobre a honestidade e os candidatos:

O primeiro critério de votação é a honestidade. Porque quando um político é desonesto, todas as outras virtudes desabam. Uma laranja ruim ou estragada põe o suco a perder. [O candidato] pode ser competente, trabalhador ou experiente, mas se avançar no patrimônio alheio, nulifica suas virtudes.

Sobre a importância do eleitor no processo democrático:

O eleitor é ponto de convergência, é o elemento definidor da qualificação do processo, porque ninguém pode votar por ele. Todos nós confiamos na capacidade do eleitor de parar, refletir e revelar o amor pelo seu município.

O VOTO NÃO TEM PREÇO

O VOTO NÃO É UMA MERCADORIA

O VOTO É UMA

POTÊNCIA DA DEMOCRACIA

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