i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO

@ NOVA JAZIDA DE GÁS PODE TORNAR PAÍS INDEPENDENTE. São tantas descobertas feitas pela Petrobrás nos últimos anos que o mínimo que se pode fazer é desconfiar que os governos anteriores não podiam por falta de entendimento técnico e por não acreditarem na independência e soberania econômica nacional ou não queriam investir em tecnologia e na expansão da estatal. Depois de Tupi e das descobertas que se seguiram, e que fizeram o país aspirar a uma cadeira na OPEP, não dá mais pra disfarçar a inapetência e falta de compreensão política de quem esteve décadas lá e nada fizeram. A nova jazida fica próxima à de Tupi, e foi batizada de Júpiter, por ter capacidade para atender a toda a demanda atual de gás e ainda sobrar para o eventual aumento ao longo dos anos. Com estes investimentos e descobertas, a confiança de que o Brasil pode “segurar a peteca” da recessão norte-americana, junto com outros emergentes já chegou às principais revistas do mundo (nem adianta procurar na Veja, isto você não vai ler lá. É aqui). Assim, com uma política interna e externa voltada para o desenvolvimento do país, ao invés da manutenção de uma pseudo-elite decadente e submissa aos interesses estadunidenses, o governo Lula vai mudando o país, aos pouquinhos, e contra toda a estrutura de poder de um Estado burguês com séculos de submissão nas costas, mesmo com PSDB, DEM-PFL, PMDB, PSOL-HH e outros, “aliados” ou não, atrapalhando. I inda tem françêis…

@ NEM MESMO O TIO SAM PODE COM O BRASIL. Diante de todas essas descobertas e investimentos do governo, nem mesmo a recessão norte-americana parece assustar os investidores que escolheram o Brasil para colocar seus ovos de ouro. O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial, medido pela Confederação Nacional da Indústria, e que se refere ao grau de confiança do setor industrial no país é o maior desde 2005. O aumento foi registrado, ao contrário do que pensa FHC (que disse que Lula governa para as elites) principalmente entre as pequenas e médias empresas. Nas grandes, o valor não oscilou. Como o índice é medido desde Abril de 2005, na verdade pode-se afirmar que “nunca antes neste país” se teve um cenário tão propício ao desenvolvimento econômico e social. Isto significa mais empregos e a melhoria das condições de vida nas cidades. Mesmo com PSDB, DEM-PFL, PMDB, PSOL-HH, Dirceus, Globos e outro tentando remar contra. I inda tem françêis…

@ GOVERNO DO AMAZONAS QUER TIRAR PROVEITO. Que o governo Lula é o que mais investe na região Norte do país em todos os tempos não é mais novidade para ninguém. Aos poucos, a região que sempre foi produtora de riquezas e capital para o Sudeste e Sul vai conquistando, a duras penas, alguma autonomia econômica. Infelizmente, no Amazonas, esta realidade ainda está longe de mudar. Mas o governo do Estado quer fazer acreditar que tudo é diferente do que realmente acontece. Enquanto a economia continua dependente do modelo econômico que não cria condições de desenvolvimento sólidas (o Pólo Industrial de Manaus), o Governo Federal, ao menos com o Fome Zero, tem ajudado a melhorar índices de desenvolvimento humano. Segundo a UNICEF, o Amazonas foi o Estado onde o IDI (Índice de Desenvolvimento da Infância) mais agudamente cresceu, saltando de 0,520 para 0,669, um aumento de 28%. Como o governo não tem sequer um projeto de assistência social que tenha impacto coletivo, o vice-governador Omar Aziz aquele que teve o nome retirado da CPI da Prostituição Infantil pelo senador Arthur ‘Nosso Orgulho’ Neto, mesmo depois de ter ameaçado publicamente a então delegada da infância e da adolescência quando da visita dos parlamentares da CPI a Manaus —, como não podia contar vantagem e transformar essa conquista em marketing para seu governo, teve que citar o Projeto Cidadão, além do trabalho realizado pela Pastoral da Criança e o Programa Fome Zero. A diferença entre os programas citados pelo vice é que enquanto o primeiro é pontual, e traz poucos resultados práticos, os dois últimos tem um forte impacto na diminuição da desnutrição e da carência alimentar de crianças. É a ilustração de que a política se faz na mobilização coletiva, e não coaduna com práticas individualizantes, como o marketing e a política profissional disseminada. Poucos conseguem essa compreensão. Lula é um destes poucos. Não é o caso de Eduardo Braga e Omar Aziz. I inda tem françêis…

@ POLÍCIA FEDERAL APREENDE DROGA GLOBAL. A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira em flagrante um traficante de cocaína cujo nome não foi revelado. A prisão ocorreu num flat em São Paulo. Mas a polícia não encontrou apenas cocaína com o traficante. O ator global Fábio Assunção estava em companhia do traficante. A família do ator-global informou que avisou a polícia devido à insistência do traficante em oferecer seu produto ao contumaz consumidor, e que Fábio faz tratamento para se livrar da dependência da cocaína. A assessoria de imprensa do ator-global chamou o acontecimento de “rumores e boatos”. A Globo, como sempre, não falou sobre o assunto. Agora, se fosse o Maradona, sairia certamente nas primeiras linhas do bloco principal do JN. Não seria o caso da PF investigar qual a origem da droga, a fim de dar uma busca onde podem ser apreendidas outras de mesmo calibre? Neste caso, o traficante estaria limpo. O local a se procurar mais desta droga seria o endereço da Globo, no Rio de Janeiro. I inda tem françêis…

@ CLARA ROJAS PEDE FLEXIBILIZAÇÃO COM AS FARC. Assim como Consuelo González, a também ex-refém das FARC Clara Rojas, nos anos de cárcere, percebeu a complexidade da situação colombiana, e as tentativas de redução a um problema policial por parte de Uribe, Bush, Sarkozy e companhia. Clara discursou num encontro organizado pela FAES (Fundação para a Análise e os Estudos Sociais), presidida pelo ex-premier espanhol José María Aznar (aquele que comemorou o golpe de Estado na Venezuela em 2002, junto com a embaixada espanhola e os golpistas), em parceria com a fundação colombiana Vítimas Visíveis. Clara enfatizou o caráter complexo da situação, e afirmou que as atuais negociações entre Colômbia e as FARC são “um diálogo de surdos”. Instou o governo colombiano a cessar as exigências sem contrapartida, passando a levar em conta as reivindicações do exército revolucionário, ao mesmo tempo em que pediu a estes que se comprometam, em caso de sucesso nas negociações, a cessar os seqüestros. Clara se declarou ainda mais “flexível” que Uribe, e certamente é mais próxima de Chávez do que de Bush, e não descartou voltar às disputas eleitorais, para desespero do marionete dos interesses estadunidenses. I inda tem françêis…

        Vamos que vamos

                    Pois se a carne vai

                                    Vamos também

                                                        Para onde ninguém vai

                                                                                    Se alguém já foi…

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