MARQUETEIRO DO RACHADÃO RESOLVEU TIRAR O SOBRENOME BOLSONARO DE FLÁVIO, CRENTE QUE VAI IMPEDIR A DERROTA
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“O pau que nasce torto não tem jeito morre torto”.
Sabedoria Povão
QUANDO O NOME DIZ O QUE DIZ
Os democratas brasileiros sabem que o sobrenome Bolsonaro, no Brasil, carrega as seguintes qualificações:
– Cristalização dos Sentidos.
– Entorpecimento da Razão.
– Obstrução Ética.
Porém, não é somente o sobrenome Bolsonaro que carrega essas qualificações no Brasil. Outros sobrenomes também carregam. Exemplo: os sobrenomes dos que acreditam nele.
Todavia, essas qualificações estão espalhadas pelo mundo, já que o sujeito-sujeitado como aberração encontra-se por todos lados.
BOLSONARO NÃO PODE FUGIR DE SI
Na realidade antidemocrática do país, o sobrenome Bolsonaro conseguiu simpatizar e empatizar todos os sofredores que precisam de fortes ilusões destrutivas.
Agora, chega Duda Lima, marqueteiro de Rachadão, que ao perceber que milagres não acontecem, resolveu, por si mesmo, tentar aplacar a força da maldição antidemocrática anulando o sobrenome Bolsonaro.
Tirou da propaganda do Rachadão o sobrenome Bolsonaro e deixou apenas, ‘O Brasil vai vencer’. É mole, manas e manos?
Em psicanálise, anulação é um mecanismo de defesa que o ego recorre para se proteger contra uma angústia dolorosa. Antes ele tentou outro mecanismo, isolamento. Isolar a angústia afastá-la, não deixá-la presente na consciência. Escondê-la.
Só que na anulação o ego trabalha com uma forma de desrealização do real. Para ele o o fator da angústia nunca ocorreu. Nunca existiu. Daí que ele acredita que não existe o sofrimento. Não existiu, eu não sofro.
Duda Lima, recorreu ao mecanismo de defesa anulação em relação ao sobrenome Bolsonaro, só que os brasileiros não o anula.
Bolsonaro continua vagando pelo país como um nome que envolve diretamente as vítimas da Covid-19 e outros atos próprios de suas qualificações. A hipnose de Duda nunca vai anular o cruel-real, Bolsonaro. Flávio será sempre Bolsonaro. Não tem jeito.
Como diz, Zé Gogó de Ouro: “É verdade! Quando eu meto umas lapadas parece que tudo da minha vida foi anulado. Mas quando passa o barato, eu percebo que tudo permanece como quando eu comecei a empurrar a troaca. Não há como anular o mal Bolçonaro!”.