RACHADÃO, PROIBIDO DE VISITAR O PAI-ALGORITMO, BERROU: ISSO “TEM DIA E HORA PARA ACABAR”. É VERDADE: 27 ANOS E 3 MESES, PELA TARDE
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Todo sujeito-sujeitado tem baixa tolerância para suportar frustração: seu ego-mistificado não suporta o Real-Racional!
Resmundo Epistêmico
RACHADÃO E O CULTO DO PAPI-MIM
O fator inquestionável que levou, Rachadão a fingir ódio contra Moraes pela proibição de não visitar o pai-algoritmo no dia dos pais, é percebido pela maioria do Povo Brasileiro.
Ele tenta tirar proveito da condição mística da data, já que a sociedade Ocidental é reverberadora e praticante do patriarcalismo, hebraico, romano, paulineo, capitalista, burguês. E, ele, como sendo um inveterado seguidor desta modelo hominista, não poderia deixar passar em branco e nem em colorido essa proibição.
Ele acredita que seus eleitores, mistificados, supersticiosos, encharcados de baixa autoestima, culpa, e atolados na necessidade pecadora de punição, vão aumentar mais suas crenças nele como candidato de deus.
Só que seu hominismo-místico revela claramente sua misoginia em três situações:
1 – Quando disse que teve duas filhas para cuidar dele na velhice.
2 – Quando afirmou que se aparecer alguma cena dele no surubal do Vorcaro, sua mulher vai defendê-lo.
3 – Não escolheu uma mulher para compor sua chapa como vice. Preferiu um parceiro suspeito de estuprar uma criança de 13 anos.
Sua indignação refletida na frase, “tem dia e hora para acabar”, mostra, na verdade, que ele tem certeza que o tempo-pulsado do papi-algoritmo, encontra-se contado nos 27 anos e 3 meses de prisão, pela tarde.
Como diz, Zequinha Pai Coruja: “Rachadão deveria era agradecer ao Moraes. Como a maioria da população brasileira conhece o Bolçonaro, ele não indo visitar o papi, alguns eleitores poderiam acreditar que ele não é igual ao papi. Mas é impossível: um é o outro!”.