NO SENTIDO DE SAÚDE, O BOM DA ELEIÇÃO, É QUE A ELEITORA E O ELEITOR SE INFORMAM SOBRE A SAÚDE MENTAL DAS CANDIDATAS E DOS CANDIDATOS

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

                                             Eu sou a necessidade do povo. Sem mim, o povo não passa de povo!

                                                                               Executino Legislavino

 

PARLA-PARLAMENTO-PARLASOFRASTO

 

Para que não ocorra fusão-confusão, é preciso entender que o que tratamos aqui, como Saúde Mental, é o referente ao existencial que implica Sensibilidade, Intelectualidade e Eticidade. 

 

Como os candidatos, em uma eleição, precisam, em suas campanhas, usar de argumentos para conseguir eleitores, eles se mostram. E nessa mostra, ou amostra, eles expressam o resultado de suas vivências no mundo.

 

Aí, manas e manos, não há como não perceber suas saúdes mentais.

 

É nesse momento, que o eleitor-democrático percebe e concebe quem parla, quem parlamenta e quem parlasofrasta. 

 

Para entender o discurso-etimológico-político:

 – Parla, do italiano, fala.

  – Parlamentar, quem fala democraticamente.

  – Parlasofrasto,  quem fala falsidades, tagarela mentiras.

 

OS NOSSOS CANDIDATOS

 

Como em todo o Brasil, aqui no Amazonas, mormente em Manaus, têm candidatos para todos os gostos e desgostos.

 

 Têm mais índio do que Nação-Tribal, têm mais policial e militar que segurança, têm mais médico e médica do que saúde, têm mais professor e professora do que saber e educação, têm mais…

 

Nesse universo de mais, mais, às performances são variadas:

 – Candidatos dos tempos dos governadores Gilberto-Amazonino, que já eram epígonos, nasceram de cabelos brancos, como diz o filósofo, Nietzsche, e continuam os mesmos.

  – Candidatos policias e militares cujas propostas para combater a violência é sempre o uso da violência. Tem até quem faz gesto dando porrada.

  – Candidato que quer combater crime sexual projetando sintomas-castração-edipiana.  

  – Candidata que se toma como educadora, mas apoia e é apoiada pelo Rachadão, acusado de vários crimes, envolvimento com Vorcaro, e, inclusive, relacionado com milicianos assassinos de Marielle.

   – Candidatos e Candidatas que, também, são apoiados e apoiadas pelo Rachadão.

   – Candidatos e candidatas, que se dizem de esquerda, mas usam o mesmo regime de signo-linguístico despótico-significante e redundância-paranoica.

   – Candidata e candidato que antropomorfizam os animais como mercadorias embaladas pelo ascetismo-moral. Tipo: ‘Pobre animalzinho!’. Na gingada do corpo: ‘É pobrezinho, mas serve para conseguir votos’. “Tudo é divino! Tudo é maravilhoso (Belchior/Caetano)”. E vamos que vamos!

 

POR QUE NINGUÉM SAI DO MESMO?

 

As inseguranças sociais não se combatem com violência ou programas alienados dos Devires-Humanos como tem ocorrido há décadas no Amazonas, onde o sentido de governar se resume em apanhar o dinheiro e aplicá-lo sem conhecimento do Humano.

 

Nenhum candidato ou candidata, mostra, ou amostra, em suas propostas, um Agenciamento Coletivo  de Enunciação de Vetor Estético Filosófica, até quem se diz de esquerda e já teve essa vivência.

 

São simples os Vetores Estéticos Filosóficos: Criar nos bairros e municípios Subjetividades Afetivas-Cognitivas com Crianças e Adolescentes nas Praças, nas Escolas, Centros Sociais, Terreiros, Igrejas, Novos Territórios Existenciais. Novas Formas se Sentir, Ver, Ouvir e Pensar.

 

Simplesmente compondo com a Estética do Teatro, Cinema, Poesia, Literatura, Música, Canto, Dança, Artesanato, todos os Vetores Estéticos Filosóficos que contribuem para se criar uma sociedade onde não prospere a ignorância, o embrutecimento, a mentira, o medo, o ódio, a inveja, a vingança, os sentimentos fascistas que pretendem dominar o Brasil.

 

Um Agenciamento em que as Crianças e Adolescente, além das vivências Estéticas Filosóficas, terão alimentos e renda para usarem de acordo com suas Necessidades-Existenciais.

 

E que poderá ser colocado como Práxis e Poieses, através das artistas e dos artistas do Amazonas. Mas não os falsos artistas, já que o estado encontra-se repleto. Inclusive dos que se tomam por artistas, mas são fascistas- bolçonaristas. 

 

Simples, não!? 

 

Saúde Mental! Eis a Questão! 

 

Como diz a jovem, Arthemilza Pandora: “Se isso se tornasse verdade, nós teríamos pela primeira vez um Estado chamado Amazonas Democrático!”.   

 

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