PERGUNTA DO CRISTÃO-REAL AO CRISTÃO-FICTÍCIO: VOCÊ NÃO PERCEBEU QUE SE DEUS É BRASILEIRO, COM BOLSONARO ELE JÁ DEIXOU O BRASIL?

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Todo brasileiro, lúcido ou ingênuo – para não dizer super-supersticioso -, já ouviu e viu Bolsonaro bradar o mote hipnotizador-sádico: Deus Acima de Todos. O objetivo único, é fácil de entender: dominar o eleitor-crente, mas descrente, visto que não sabe que Deus não é um ditador, um tirano, amante de qualquer tipo de poder opressor, para se colocar acimar de todos.

 

Deus é uma condensação de potência que se movimenta cosmogonicamente entre os mundos. E, no caso específico da Terra, entre todos os seres e entes que lhe compõem. Assim, não se encontra acima de todos, como querem Bolsonaro e seus semelhantes que gostam de dominação para alimentar seus egos dominados por afetos tristes. Afetos que os tornam reativos: inimigos da Vida.

 

Diante da realidade deplorável que se encontra a sociedade brasileira, em verdadeiro estado de miséria, principalmente os mais pobres, eufemisticamente chamados de menos favorecidos, por força da impotência-des-governamental de Bolsonaro, não há como não lembrar do saque genial do humorista-filósofo, Ziraldo, quando ele disse, em plena a ditadura: “… Deus é Brasileiro, mas já deixou o país”. 

 

Instigado por Ziraldo, o Cristão-Real, conhecedor do tal estado de miséria produzido por Bolsonaro, não se conteve ao constatar o grau de cegueira dos auto-conclamados cristãos que continuam acreditando no extremista, apologista do armamentismo, e não confirmam em si, que Deus quer a Felicidade-Democrática de Todos, e não o sofrimento como afeto predominante. E dominados por tal cegueira, não perceberam que com Bolsonaro na presidência, Deus embora, também, brasileiro, já deixou o Brasil. Se mandou. Se picou. Pegou o beco. Picou a mula. Deu no pé. Se pirou. Desmontou a barraca. Foi para territórios onde seus filhos não estejam sofrendo na cegueira, mas, pelo contrário, estejam visualmente-lúcidos e felizes.

 

Diante desse quadro ofensivo à dignidade humana, no meio da noite-escura, segurando uma bíblia-edição-alemã, o filosofo Zé da da Zilda, se interroga: E quando ele voltará? Levanta a cabeça e percebe cintilante, sorrindo no espaço-infinito, uma Estrela. Então, como Filósofo-Dionisíaco, não se contém e se rasga em uma retumbante gargalhada-caosmótica. 

 

 

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