ADOLESCENTES (?), CACHORROCIDAS, VOLTARAM PARA O BRASIL: FORAM PASSEAR NA DISNEY DEPOIS DE MATAREM O ORELHA

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

 Para o Companheiro, Cachorro Orelha, em compromisso de todos Orelhas. Inclusive o Gato Orelha que foi envenenado por uma vizinha.

 

Nada a ver com o cinema do talentoso, Júlio Bressane: Matou a Família e Foi ao Cinema, de 1969. Nada, nada, nada!

 

O Cachorro, companheiro Orelha, amado e cuidado por pessoas da Praia Brava, de Santa Catarina, no dia 4, foi irracionalmente espancado por quatro adolescentes (?). No dia 5, foi submetido à eutanásia em virtude dos gravíssimos ferimentos que sofrera.

 

Santa Catarina é o estado que tem maior número de nazifascistas. E, para ‘embelezar’ mais, seu governador Jorge Mello, é bolsonarista roxo e tentou acabar com as cotas nas universidades públicas, mas o STF mostrou que tem Justiça. Aplicou-lhe um ‘chega pra lá’, para ele aprender que o Brasil não é o Brasil que ele fantasia.

 

Os quatro adolescentes(?) são de classe alta, abonada, que acredita que seu umbigo é o Mundo.

 

Dois deles,que junto com os outros dois não fizeram como o título do cinema do Julinho Bressane, mas substituíram simbolicamente, depois do cachorrocídio, foram passear na Disney. Alguém pode dizer: Eles foram tentar esquecer a maldade que praticaram!

 

 Ledo ivo engano! Se fosse para tentar esquecer, eles demonstrariam que tinham consciência do ato que realizaram. E que foi mal. Na verdade, para eles nada ocorreu. Por isso, foram exclusivamente passear na Disney como fazem todos os alienados-burgueses.

 

Pela perspectiva da Psiquiatria Existencial, todo sujeito que maltrata animal ou mata, comete um ato sublimatório em relação aos pais. Simples: para esse sujeito os animais, simbolicamente, representam o pai ou a mãe. O ódio que o sujeito tem deles e a intenção de destruí-lo ele projeta nos animais. 

 

Mas alguém pode afirmar alegremente: Puxa! Ainda bem que eu amo os animais! Eu prefiro mais os animais que os humanos!

 

Para a mesma Psiquiatria Existencial, com elementos do filósofo, Sartre: o sujeito que se dedica mais aos animais do que aos humanos, é porque fracassou  na sua relação como Humano com os Humanos.

 

Existe, também, outra forma de sublimação em relação aos animais-pais: Pessoas que criam animais, mas matam, animais dos outros. Simbolicamente pode ser sublimação em relação aos pais, mas, também, sublimação em relação ao outro que elas fantasiam matar. Uma vizinha, por exemplo. 

 

As pessoas que cuidavam do companheiro, Orelha, de 10 aninhos, demonstram que não são traspassadas por sentimentos patricidas: Não posso matar meus pais, mato esse filho da puta de vira-lata!

 

As pessoas que cuidavam do Orelha e outros cachorros, em comunidade, não fracassaram em suas relações Humanas. 

 

Lembrete: Se você presenciar alguém maltratando ou matando um animal, denuncie ao hospício mais próximo, ou clínica psiquiatra. Se for possível avise aos pais desses zootanáticos, porque eles estão correndo perigo como pais.

 

Embora se saiba que filhos caninocidas, felinocidas, zoofóbicos, têm esses transtornos, porque seus país se apresentaram como sujeitos inautênticos dissipados ontológicos. Sem Gravidade Existencial. Aí, manas e manos, não deu outra.   

 

Como  diz a veterinariasófica, Zoolinda: “Todo sujeito que não carrega em si o Devir-Animal, não pode ser tomado como Natural, pois não carrega o Devir-Humano!”.

 

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