MENGÃO FOI CAMPEÃO DA LIBERTADORES DAS AMÉRICAS, MAS NEM POR ISSO GARANTE BOLSONARO NA PAPUDA

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

No sistema capitalista não há liberdade! Tudo é mercadoria!

 

O futebol de consumo é mercadoria!

 

Daí, não existe libertadores das Américas!

 

Simón Bolivar, San Martin, Manuela Era y Gandarillas, Juana Azurduy de Padilha, Abreu Lima e outras e outros não eram mercadorias produziram Liberdades da América Latina junto com o Devir-Povo!

 

O Flamengo, como quase todos os times de futebol do Brasil, foi criados pelo Devir-Povo: a População Comunidade.

 

Depois, como outros, tornou-se um clube profissional se transformando em peça do capitalismo. Até se tornar empresa com único objetivo: lucro. Assim, todos os membros do clube são mercadorias. Do presidente, passando pela diretoria, técnico e jogadores.

 

Se houvesse uma qualificação para saber quem é mais mercadoria, não daria outra: os jogadores. Por isso que a maioria dos jogadores de futebol tem limitação sensorial e intelectual. Mercadoria não sente e muito menos pensa. Ainda mais, quando essa mercadoria tem como sustentação social uma mídia também com inibição sensorial e intelectual.

 

O futebol é um mundo onde predomina a ditadura da alienação.

 

O dono da Fundação Marinho, Roberto Marinho, era torcedor do Flamengo, por tal, pedia que suas emissoras tratassem bem o jogador Romário, que foi eleito por parte da torcida do Mengão e do Vascão e é bolçonariasta.

 

Assim, como a torcida do Mengão ajudou a eleger Márcio Braga, ex-presidente do Mengão, deputado federal, nascido no Amazonas, plagas onde existem milhares de bolçonariasta e flamenguista. Como bolsonarista foi o ex-presidente do Mengão, Rodolfo Landim. .

 

Mas que ironia do Mengão: campeão da Libertadores das Américas, um dos times de Bolçonaro, contra um triste e inerte Palmeiras, que ofende a portentosa árvore, e, de quebra, o Periquito, como também o Porco, mas que não garante que o golpista não pague pena na Papuda. 

 

Mas o futebol como mercadoria, tem sua função metapsíquica, como a religião.

 

Serve para o torcedor sublimar pulsões inconscientes ligadas ao princípio de desprazer causada pela repressão relativa ao simbolismo da castração e que no Ego surge como sintoma histérico. Ou neurose de conversão.

 

Os torcedores precisam liberar essa força psíquica que se converteu em sintoma.

 

Por isso, que o torcedor sente aumento dos batimentos cárdicos, sudorese, dor abdominal, secura na boca, dilatação da pupila, ansiedade, náusea, dor de cabeça, disfunção sexual passageira, e a tradicional segregação anal. Na linguagem povão: retenção e distensão quando da ameça de gol de um lado para o outro, diria o criador da Psicanálise, Freud. 

 

Se não fosse essa dependência edipiana, não haveria torcida. E o futebol – e outros chamados esportes – não seria mercadorias.

 

Por seus lados, a FIFA, Conmebol  e a CBF, adoram as torcidas. Adoram o culto do orgulho de ser torcedor vitorioso.

 

Enquanto a festa rola no mundo futebolístico com preparações para Copas, Israel continua assassinando palestinos e ainda quer participar da Copa do Mundo

 

Como diz, Didinho Chuteira Sem Trava: “O importante é ser feliz! Não importa se a felicidade não passa de ilusão-neurótica. Da minha parte eu vou morrer torcendo. Não acredito em psicanálise. E não tenho dinheiro para pagar psicanalista. Tenho para pagar o ingresso para assistir meu time ganhar ou perder. Quem muito sabe de si fica doido! E eu quero morrer com saúde mental!””. 

 

 

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