MUNDO DEVE NEGAR “FERRAMENTAS DE GENOCÍDIO” A ISRAEL

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Em Nova York, países discutem responsabilidade compartilhada para prevenir genocídio e propõem isolamento israelense

 

Foto de Ehimetalor Akhere Unuabona na Unsplash

Um grupo cada vez maior de países está dedicado a coordenar a adoção de medidas práticas econômicas e legais como forma de isolar Israel, por conta do massacre ao povo palestino em andamento na Faixa de Gaza.

Denominado Grupo de Haia, o grupo co-presidido pela África do Sul e Columbia tornou-se um ponto central para se discutir a adoção de medidas práticas para pressionar Israel, o que inclui ações para impedir a transferência de armas e mercadorias para Israel, incluindo equipamentos pesados de uso duplo.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, o grupo ouviu pedidos para dar apoio à flotilha que tentava levar ajuda humanitária à Palestina e que Israel fosse bloqueado de participar de eventos internacionais.

O grupo, reunido enquanto líderes mundiais estava em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, ouviu pedidos para apoiar a flotilha de ajuda que tentava romper o cerco israelense à Palestina e que Israel fosse bloqueado de eventos culturais internacionais.

“Devemos transformar indignação em ação, lei em justiça e justiça em paz”, disse Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil, que juntou-se à ação sul-africana que acusa Israel de genocídio, destacando que a alegação de autodefesa de Israel não tinha aplicação no contexto de uma ocupação.

O Brasil também pediu uma missão internacional no modelo do comitê especial da ONU contra o apartheid, um órgão criado em 1962 para coordenar ações para acabar com o governo do apartheid da África do Sul.

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