PARA OS BOLÇONOIDES O CHEFE NÃO VAI SER NEM CONDENADO NEM PRESO: VAI SER SALVO, NA HORA G (DE GOLPE), PELO GENERAL CUSTER E BÚFALO BILL

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Sem sarro!

 

Pedimos a autorização para usar a nominalização-colonizadora imposta pelos europeus aos povos sui generis das Américas apelidados de índios.

 

Os bolçonoides estão crentes que o encantamento existe. E mais: quando o encanto lhes favorece. 

 

Encantados, acreditam que seu chefe não vai ser condenado e nem preso. Não, porque deus vai salvá-lo. Eles já perderam a crença nessa possibilidade. E sabem muito bem o motivo: usaram o nome do cara em todas as doideiras que fizeram e continuam fazendo.

 

Para eles, quem vai salvar o chefe, é o general Custer que serviu o Exército norte-americano no século XIX, 1876,  com sua cavalaria auxiliado pelo cruel explorador de índios, Búfalo Bill.

 

Ambos, caras pálidas, inimigos fidagais dos índios norte-americanos, descriminados pela alcunha de peles-vermelhas que foram aprisionados, torturados e assassinados em nome da defesa, do progresso e da paz do Estado Americano.

 

Entretanto, apesar da violência surgiram os valentes líderes, Jerônimo e Touro Sentado que encararam os genocidas. 

 

Muitas crianças brasileiras e de outras partes do mundo, conheceram, através dos filmes-colonizadores, estas duas horrendas figuras, Custer e Búfalo Bill.

 

Mas, o pior, era que essas crianças, sem esclarecimentos dos pais, professoras e professores, que também eram americanófilos, torciam, no cinema, contra os índios e esperavam sempre, angustiadas, quando acreditavam que os brancos corriam perigos, a chegada do general Custer com a cavalaria para matar os índios e fazê-las vibrarem de alegria com as mortes dos índios que já conheciam: os Sioux, os Apaches, os Cheyennes e outros. 

 

Mas, o melhor, é que a maioria dessas crianças cresceu e descobriu quem eram esses que elas tinham como heróis. E descobriram que aqui no Brasil também havia um povo sui generis que precisava ser defendido dos brancos.

 

Com a descoberta, elas se construíram democratas. Hoje defendem o Brasil contra os que continuam cultuando o general Custer e Búfalo Bill.

 

O mesmo não ocorreu com os bolçonoides: continuam com a mente-colonizada submissa à força da ideologia do Estado norte-americano, por isso, como antidemocratas, esperam o general Custer e Búfalo Bill para salvar o chefe. 

 

Como diz a cinéfila, Meiri Mon Roi: “Acontece, que o Cine Popular, o Cine Guarani e o Cine Politheama e outros, onde eram projetados os filmes com o general Custer e Búfalo Bill, não existem mais. Só existem no universo encantatório dos bolçonoides. E como se sabe, pelo princípio de realidade, encanto não encanta a Justiça!”.     

 

 

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