A SAUDADE É UM AFETO-IDEIA-LEMBRANÇA-BOA. O PL AFIRMA QUE O BRASIL TEM “SAUDADE DO BOLSONARO”. O BRASIL É MASOQUISTA? CULTUA A DOR?
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A Saudade como Afeto-Ideia-Lembrança-Boa é Alegria: Aumento da Potência de Agir que confirma a Vida.
Um Afeto-Ideia-Lembrança-Má é Tristeza: Diminuição da Potência de Agir que nega a Vida.
Existem dois Afetos Aumento da Potência de Agir. Um, quando a Potência de Agir Aumenta Individualmente. Outro, quando a Potência de A gir Aumenta Coletivamente.
O Afeto que Aumenta Coletivamente, é o Afeto-Político. A Democracia. A Política do Bem-Estar-Comum.
Entretanto, não existe Aumento da Potência de Agir Coletiva sem o Aumento da Potência de Agir Individual.
Assim, não existe uma Coletividade-Alegre sem que os Indivíduos não sejam antes Alegres.
Essas enunciações sobres os Afetos são os postulados filosóficos do holandês, Spinoza que vivenciou em seu país-natal, a primeira experiência, no Ocidente, da Democracia como Práxis e Poieses. Um Socialismo.
Quem viu e analisou a passagem de Bolsonaro pelo Palácio do Planalto, como triste inquilino, sabe que a propaganda do PL feita por seu presidente, Valdemar da Costa Neto, afirmando que o “Brasil tem saudade do Bolsonaro”, entende, sem qualquer esforço, o sentido da Filosofia dos Afetos de Spinoza: Tudo não passou de cruel-tristeza.
Logo, quem tem saudade de Bolsonaro, é dominado por forte sentimento de culpa, alta baixa-estima, profunda necessidade de punição e é escravo do medo, que gera a dor que, por sua vez, gera e alimenta o ódio. No caso, ódio da Democracia!
Como indaga, Titia Alegria: “Tá com saudade baby? Pede para o STF permitir para ficares preso ou presa no lugar dele!”.