BOLSONARO, SUSPEITO DE PATICIPAR DE PLANO DAS MORTES DE LULA, ALCKMIN E MORAES, AGORA, SUSPEITA DE “CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO”
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A única relação que o cavalo tem com o homem é de ser explorado e violentado pelo homem. Relação de chifre, é questão exclusivamente do homem.
Bolsonaro afirmou que a Operação Contragolpe realizada pela Polícia Federal, que o coloca como suspeito de planejar um golpe para assassinar Lula, Alckmin e o ministro Moraes, é tentativa da PF buscar “chifre em cabeça de cavalo”. É uma afirmação muito implicante diriam alguns biólogos, zoólogos e antropólogos. Além de moralistas.
A PF vem investigando Bolsonaro. Bolsonaro afirma que ela busca “chifre em cabeça de cavalo”. Bolsonaro, com sua construção hípica-craniana, leva o brasileiro a desconfiar que ele se refere a ele, porque é ele quem é investigado pela PF.
O brasileiro, também pode acreditar, que ele quer se assemelhar ao cavalo. Mas, como o cavalo não tem chifre – os bovinos, caprinos, etc, têm -, e ele é o investigado, a discussão descamba para a moralidade civil.
Logo, como ele é o investigado e ele afirma que a PF busca “chifre em cabeça de cavalo”. Ou uma, ou duas: Ele é o cavalo e teme que a PF encontre “chifre em sua cabeça”.
A questão é que se a PF encontrar chifre na cabeça de Bolsonaro, o caso não é mais só com ela. O caso envolve, também, a ciência-genética, porque implica o corpo caracterológico da extrema-direita.
O certo é que sua estratégia do “chifre em cabeça de cavalo” lhe implicou deverás. Da mesma forma o uso do argumento defensivo:”não é crime discutir a Constituição”.
“Discutir a Constituição” com “chifre em cabeça de cavalo” não tem Democracia que aguente.