BOLSONARO E O VALOR DO PENICO: INTIMADO PELA PF PARA DEPOR JUNTO COM SUA TURMA, ABANDONA A TURMA, E RECORRE AO PENIQUEIRO: SE INTERNA
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Qualquer estudante (iniciante) de psicologia, sabe que todo sujeito que se identifica com homem cruel, não criou em si a imago masculina que lhe faria alguém, democraticamente, seguro e participativo em sociedade, o que seria o reflexo da posição afetiva do pai bom. Dominado por esse vazio, precisa, então, se identificar com alguém que represente coragem, destemor e horror. Na verdade, rastros de homossexualismo-perverso-inconsciente (Freud).
Bolsonaro, com sua performance de corajoso, durão que segurava todas, serviu, e ainda serve, para esse tipo de sujeito reprimido e recalcado em sua masculinidade. Daí, a razão deste sujeito não ter nunca percebido que Bolsonaro não passa de um covarde. Daí, também, sua ligação com a violência dos milicianos.
Uma prova: sempre afirmava que fora treinado para matar. Porém, quando se encontra diante de um perigo, recorre ao famoso sublimador dos covardes: o penico.
Bolsonaro, foi intimado pela Polícia Federal para depor em conjunto com sua turma sobre seus trambiques com objetos do Estado Brasileiro e recursos públicos. Não deu outra: recorreu ao seu velho método-covarde: largou seus semelhantes na lamacenta estrada e se internou em hospital de SP, alegando ter que fazer três cirurgias. No estilo: Cada um por si, Deus contra todos e o diabo que leve o último!
Como seu ato-covarde não vai lhe liberar das investigações e condenações, as e os democratas, perguntam: A convalescença vai ser na Papuda?