A DESMORALIZAÇÃO DO MPF ELEITORAL, PELA DECISÃO DE BRILL DE GOES DE FECHAR O PT

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É impressionante como o corporativismo destruiu completamente a capacidade de autodefesa da corporação. Em outros tempos, a própria reação dos colegas impediria esses atos de personalismo irresponsável.

Nos próximos dias, o Tribunal Superior Eleitoral irá derrubar a denúncia do procurador eleitoral Renato Brill de Goes, que pretendeu cassar o registro do PT. Será mais um passo rumo à desmoralização de uma instituição que já foi respeitada.

Em outras oportunidades, o TSE já havia decidido o óbvio, por unanimidade: pessoas podem ser denunciadas, partidos políticos não.

Consta que a decisão de Brill provocou reações até do Procurador Geral da República Augusto Aras. Espera-se que o subprocurador Humberto Jacques de Medeiros deixe de lado seu notório antipetismo e corrija o erro, antes que Brill e o próprio MPF sejam desmoralizados pelo TSE.

É impressionante como o corporativismo destruiu completamente a capacidade de autodefesa da corporação. Em outros tempos, a própria reação dos colegas impediria esses atos de personalismo irresponsável.

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