ADRIANO, QUANDO FOI MORTO, ESTAVA NA CASA DE UM POLÍTICO

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247 – A Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que, quando foi morto neste domingo, 9, o ex-PM Adriano da Nóbrega estava num sítio pertencente a um político, cujo o nome não foi revelado pelas autoridades. 

Quando foi encontrado pela polícia baiana, o miliciano ligado ao senador Flávio Bolsonaro estava escondido em uma casa na zona rural de Esplanada (BA), a 160 km de Salvador. Ao ser surpreendido pela polícia, ele atirou com uma pistola Glock, calibre 9mm, segundo a polícia. Também foram encontradas duas espingardas, um revólver, além de 13 celulares na casa onde ele estava. 

Jair Bolsonaro fez um discurso em defesa do ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, o Urso Polar, em 2005.  O ex-capitão do Bope havia sido condenado por homicídio dias antes do pronunciamento de Bolsonaro no plenário da Câmara. O então parlamentar do PP afirmou ter comparecido ao julgamento do PM, segundo ele um ‘brilhante oficial’.

Adriano era acusado de ser o chefe de um grupo criminoso formado por matadores de aluguel, que ficou conhecido como Escritório do Crime — investigado por suspeita de envolvimento nas mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes. Ele era réu na Operação Intocáveis do Ministério Público do Rio (MP-RJ), que investiga a milícia de Rio das Pedras.

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