CHABU-HILÁRIO PROMOVIDO PELA EXTREMA-DIREITA COMO APOIO PARA MORO, É PRÉVIA DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Todas as pessoas que percebem e concebem o mundo claro e distintamente sabem como nasceu a Lava Jato e seus objetivos. E sabem também como procediam seus mecanismos antidemocráticos, antinacionalista e antipatrióticos. Por essa percepção e conhecimento jamais se enganaram. As provas que o site The Intercept vem mostrando há duas semanas para o povo brasileiro, só desnuda o que já estava despudorado.
O quadro produzido com as revelações materializam o que todo brasileiro lúcido, honesto e comprometido com a democracia, o estado de direito e a soberania do Brasil ensejam como responsabilidade-jurídica: a aplicação da leia contra os que corromperam a instituição moral do corpus-jurídico do país.
Neste quadro, já se vislumbra um caminho sem volta para o comandante maior da violência institucional, Moro. Moro, que de moro de Veneza de Shakespeare, não tem qualquer traquejo, é uma personagem perambulando pela cena brasileira, em um desespero além-shakespeareano tal a face que mostra cotidianamente. Não adianta tentar negar o que executou para condenar Lula sem prova, porque em si mesmo se destruiu.
Envolvido pelo manto do adeus, ele esperou que no domingo, seus semelhantes fossem às ruas em imensa massa, defender sua inocência como membro do evento da extrema-direita que escolheu para concretizar seu alpinismo-político-partidário impulsionado pela vaidade-traiçoeiramente perversa.
Como diz o pedagogo Abdiel Moreno, resulta-resultado, a massa, sem massa, se mostrou um chabu-hilário. Uns deprimidos-ressentidos se fizeram presentes como ocorre em situações folclóricas como estas. Vide o folclore-salvador que impulsionou Collor de Mello. Moro não entende: só há massa-revolucionária quando todos são líderes. Quando todos se tornam responsáveis na luta transformadora. Quando se está envolvido por fantasias-burguesas, não há transformação. As próprias fantasias-burguesas já são imobilidades. Conservação do que já encontra-se posto: o fim da ambição de Moro.
O que se pode extrair do chabu-hilário pró-Moro, é que o quadro deprimente apresentado por seus semelhantes, prevê como serão as eleições municipais do ano que vem: mais sofrimento para a extrema-direita. Ainda mais, impulsionada pela negatividade nacional e internacional do mito, Bolsonaro. Uma tremenda estória mal-contada. Própria para embalar bocejos dos incautos-fantasiosos-iludidos.