“NÃO FOI DERROTA, FOI VITÓRIA ADIADA”, DIZ DAMOUS SOBRE JULGAMENTO DO HC DE LULA

Para o ex-deputado federal, chama atenção que nenhum ministro do STF tenha defendido a imparcialidade de Moro diante das acusações do Intercept

Jornal GGN – O ex-deputado federal Wadih Damous (PT) postou uma mensagem nas redes sociais avaliando que o julgamento do habeas corpus de Lula na segunda turma do Supremo Tribunal Federal, na noite desta terça (25), não foi uma derrota, mas uma “vitória adiada”.

Por 3 votos a 2, a maioria dos ministros do colegiado adiaram o julgamento de Lula para depois do recesso do Judiciário. Não há nova data para que o mérito da suspeição de Sergio Moro entre em pauta.

O ministro Gilmar Mendes propôs que Lula pudesse aguardar a continuidade do julgamento em liberdade, mas os ministros Celso de Mello, Edson Fachin e Cármen Lúcia rejeitaram a hipótese.

No julgamento, Gilmar citou as mensagens de Telegram divulgadas pelo Intercept. O ministro Ricardo Lewandowski, que foi contra adiar o julgamento, entendeu que Moro é parcial pelo “conjunto” da obra, segundo relatos do Brasil de Fato.

Para Damous, chama atenção que nenhum ministro defendeu a imparcialidade de Moro no julgamento. O ex-juiz continua no “banco dos réus”, escreveu.

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