LULA, O VÍCIO, SE MATERIALIZA-ALEGRE EM MINAS GERAIS, POIS “QUEM TE CONHECE NÃO ESQUECE JAMAIS”: 46% CONTRA 21% DO OUTRO, EM DESPEDIDA, AFIRMA PESQUISA QUAEST

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Oh, Minas Gerais. Quem te conhece não esquece jamais…”.

Que diga a Potência-Democrática como Movimento Real que frui em constitutividade aos anos de 2022.

O vício é uma tautologia. Na linguagem do filósofo Zé da Zilda, chama-se repetição ou ecolalia. Quando é repetição-reativa é niilista. Uma força quantitativa contra à Vida. Quando é repetição-Ativa, é qualitativamente movimento da Vida. Daí, que o vício depende do viciado. O que levou o filósofo Deleuza comentar a atitude dos falsos drogados que se repetem. Os que se drogam impulsionados por seus afetos-dolorosos. Impotência-existencial. “Procuram o barato e encontram os buracos”. 

Ocorre da Democracia como Corpus-Constitutivo-Pleno, também ser ameaçada por buracos produzidos por falsos-democratas que se repetem, pois só almejam a realização de seus baratos-niilistas: a satisfação de seus afetos tristes de escravos-reativos. A fantasia apocalíptica de destruição de tudo, como diria o escritor David H. Lawrence.

Neste quadro esburacado, a Potência-Democrática surge como a terapia que não se engana com baratos-niilistas produzido pelos escravos-reativos impulsionados por seus objetivos concretizados por confusos-afetos. Ela, terapeuticamente-política, para além de Freud, não cria só mecanismos de defesa-políticos, mas, determina, também, corpus constitutivos de práxis e poieses, que em suas forças-Ativas, qualitativamente-viciosas, impedem a manutenção dos buracos-baratos. Pois trata-se da produção do novo-coletivo-necessário. O que o Povo não pode prescindir para sua autêntica-existência-ontológica. Como propaga o filósofo Zé da Zilda.

Nesse Devir-Vida-Ativa, os eleitores de Minas Gerais, segundo pesquisa do Instituto Quaest, não pretendem buracos promovidos fantasiosamente pelos obnubilados-reativos-baratos. Amparados em seu método-político-democrático-terapêutico receitaram 46% de intenções de votos em Lula, o vício, e 21% no Outro, dos buracos-baratos.

Em política-democrática-eleitoral, principalmente (neste exato momento em que o Brasil encontra-se imobilizado, os versos do cancioneiro-poético-mineiro, “Oh, Minas Gerais. Quem te conhece não esquece jamais”, significa concretamente – não simbolicamente -, que o candidato ao cargo de presidente vitorioso no Devir-Mineiro, estará sob a bênção para ser vitorioso em todo o Brasil. 

Então, nenhum brasileiro-democrata, esquecerá “Minas Gerais, jamais”.

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