MINISTRO MORAES DERROTA GENERAL CUSTER E BÚFALO BILL E CONDENA BOLÇONARO E SUA TRUPE GOLPISTA
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Com uma explanação juridicamente pedagógica e convincente, o ministro Alexandre de Moraes da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federa (STF), votou pelas condenações do chefe da Organização Criminosa, o invejoso-delirante, Bolçonaro e sua trupe pelo crime de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Na linguagem Política-Povo: Golpe!
Os réus foram condenados pela prática dos seguintes crimes:
Além da condenação por ser líder da Organização Criminosa armada, Bolçonaro também foi condenado, junto com sua trupe, por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e ameaça grave, e deterioração de patrimônio tombado.
Moraes apresentou 13 atos executórios que embasaram seu voto:
- Utilização de órgãos públicos para o monitoramento de adversários políticos e execução da estratégia de atentar contra o Poder Judiciário, especialmente a Justiça Eleitoral;
- Atos executórios públicos ainda em 2021, como lives e entrevistas com graves ameaças à Justiça Eleitoral e divulgação massiva de desinformação sobre as urnas;
- 7 de setembro de 2021: discurso do ex-presidente Bolsonaro em que houve emprego de “grave ameaça” na tentativa de restringir o exercício do Poder Judiciário;
- Reunião ministerial de 5 de julho de 2022 em que o ex-presidente reafirma fraude no processo eleitoral e os possíveis cenários para uma tentativa de golpe, buscando a adesão dos ministros de Estado. O encontro incluiu o candidato a vice-presidente derrotado, Braga Netto, e os comandantes das Forças Armadas;
- Reunião com embaixadores, em 18 de julho de 2022, quando Bolsonaro chamou diplomatas de outros países para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro;
- Bloqueios de rodovias pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno das eleições, em uma tentativa de impedir eleitores do Nordeste de acessar os locais de votação;
- Utilização indevida da estrutura das Forças Armadas para elaboração do relatório de fiscalização do sistema eletrônico de votação, do Ministério da Defesa;
- Atos executórios pós-eleição: incluiu diversos atos que ocorreram após o segundo turno. Entre eles, o monitoramento de autoridades, reuniões das forças especiais, os chamados ‘kids pretos’, atos violentos em Brasília nos dias da diplomação do presidente Lula e do vice Geraldo Alckmin, além do atentado a bomba no aeroporto da capital;
- Planejamento da Operação Punhal Verde e Amarelo e do Plano Copa 2022;
- Atos executórios da Operação Punhal Verde Amarelo e outras ações, incluindo o monitoramento do presidente eleito e a apreensão de um discurso pós-golpe;
- A minuta do Golpe de Estado e a apresentação do documento aos representantes das Forças Armadas;
- Atos de 8 de Janeiro de 2023 na Esplanada dos Ministérios, em Brasília;
- Planejamento de um “gabinete de crise” que seria acionado após a consumação do golpe de Estado.
E o que restou dos dois heróis norte-americanos, general Custer e Búfalo Bill derrotados por Moraes?
Ficaram onde estavam: na solidão do mundo encantatório dos negadores da Vida. O mundo dos valores tirânicos onde não há Vida. Onde não é possível a DEMOCRACIA!
A sessão continua na sequência a partir das 15h e 30 minutos com voto do ministro Dino.
Como mostra a analista-política, Aristólica: “Com essa apresentação que derrotou o general Custer e Búfalo Bill, o ministro Moraes convenceu muitos bolçonoides que o chefe não passa de um encruado infantilizado que não suporta a frustração que Lula lhe aplicou, que para ele era a perda da chupeta que levou ao buá,buá, buá, caracterizado como golpe contra o Estado Democrático de Direito! Quer mamar, bolço? Vai lutar!”.