BOLSONARO, O MODELO DA VIRTUDE: “TRISTE UM PAÍS QUE PUNE UM POLÍTICO NÃO PELOS SEUS ERROS OU DEFEITOS, MAS POR SUAS VIRTUDES”.
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BRECHT, teatrólogo, escritor e ativista alemão, criador do Teatro Dialético – O Método de Distanciamento, diz mais ou menos assim: Viver em um país sem humor é triste. Mais triste é ter que ter humor para viver em um país triste. Deste afeto-triste, o brasileiro-democrata não sofre, pois tem Bolsonaro, sua família e seus semelhantes que formam a mais profícua trupe de humoristas do continente brasileiro.
Leiam a força da profusão de sua verve humorística, como teratogenia-aberrantemente-brechtiana, se lamentado dos 8 anos de reclusão ao territória da insignificância que sempre habitou junto com os seus tipos-geminianos:
“Triste um país que pune um político não pelos seus erros ou defeitos, mas por suas virtudes”.
Como diz o frequentador do Boteco Bafo da Piraíba, Anjinho Ardente: “As virtudes das milícias”.