RACHADÃO, USA EM SUA CAMPANHA, DOIS SÍMBOLOS FÁLICOS-SEXUAIS QUE REMETEM A CASTRAÇÃO EDIPIANA DE SEU EGO: TESOURA E FACA.

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

                              Menino, para com essa bagunça se não eu vou chamar o homem do saco pra cortar teu saco!

                                                                                                     Saco Roxo 

 

A FUNCIONALIDADE REAL DA TESOURA E DA FACA

 

Não precisa ter lido Marx para saber que a realidade impõe aos homens e mulheres produções de objetos que são inseridos em suas existências e criam modus de ser cotidianos. 

 

O Modus de Ser Funcional da Tesoura: Serve para cortar pano, papel, linha, plástico, verduras, caroço de cupuaçu, manga, jaca, cabelo, barba, bigode, pentelho, unha, chifre, calo, e outras funcionalidades.

 

O Modus de Ser Funcional da Faca: Serve para cortar pão, peixe, carne, borracha, fruta, sapato, papel, papelão, madeira, cavar, picotar, furar, raspar parede, ameaçar cortar falsa barriga, e outras funcionalidades. 

 

A SIMBOLIZAÇÃO-FÁLICA DA TESOURA E DA FACA

 

Quando os objetos perdem suas funcionalidades reais nas relações sociais humanas, eles passam a ser transportados como simbolizações. 

 

Segundo a Psicanálise, eles passam a ser representações simbólicas da mente com significados diferentes de seus usos funcionais na realidade.

 

Daí, que são eles, como símbolos, que povoam nossos sonhos com outros significados que não são das funções reais. 

 

Entretanto, esses símbolos não são apenas expressões camufladas dos sonhos.

 

Eles também acompanham muitos sujeitos-sujeitados em seus momentos de vigília como símbolo-fálico: representantes do aparelho genital-edipianizado em forma de castração.

 

RACHADÃO E SEUS SÍMBOLOS-FÁLICOS

 

O fálico é como um fantasma: finge ser algo que não é.

 

O menino acredita que sua mãe teve pênis, mas seu pai a castrou. Esse pênis que o menino fantasia na mãe é o que se chama de pênis-fálico.

 

Como quer ter sua mãe par si, mas tem seu pai como rival, teme que seu pai faça com ele o mesmo que fez com a mãe: lhe castre.

 

Este o Complexo de Castração: medo que o pai lhe castre como fez com sua mãe. Aí, tenta se identificar com o pai: seu novo desejo.

 

Próprio dos filhos que não conseguem se separar da imago-paterna. Uma forma primária de homossexualismo que ele, muita vezes, leva até o fim da existência.

 

Até nas relações hierárquicas nas instituições. 

 

Essa fantasia de que a mãe um dia teve pênis é que se chama simbolização-fálica do pênis. O fantasma.

 

Assim, o menino que não resolve seu conflito edipiano da castração, vai ter uma falsa vida adulta se identificando com objetos-fálicos referentes ao pênis-fálico. Exemplo: tesoura, faca, revolver, toda forma de arma balística..

 

Seria assim, para Freud: acariciar uma pistola é acariciar um pênis. Só que não o seu, mas do pai-simbólico.

 

A tesoura e a faca usada na campanha de Rachadão, como recurso de engabelar o eleitor, querendo mostrar que vai cortar tudo que o governo Lula fez de errado, não passa de expressão de seu próprio ego-edipiano conflitado falicamente.

 

É por essa simbólica força fálica-edipiana-castradora, que ele não para de afirmar que vai haver outras facadas. 

 

E o grande perigo é que a Democracia, por ser a Política do Bem-Comum Real, não pode, nunca, ser produzida como simbolismo-fálico-edipiano-castrador.

 

É imprescindível conhecer o Rachadão além do óbvio se queremos que a Democracia Vigore! 

 

Como pergunta a estudante de Psicologia, Electra Antígona: “Quer dizer que é por isso que a tesoura é símbolo-fálico dos fascistas, como Milei? E que por isso o Rachadão adotou? É verdade, o buraco é mais em cima, manas e manos!”.      

 

 

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