TV BRASIL CONTINUA EQUIVOCADA COM SEU ARRAIÁ BRASIL: TEM MAIS AGRONEJO E ELETRÔNICO DO QUE XOTE, MARACATU, BAIÃO, FORRÓ, ANTÔNIO, PEDRO E JOÃO

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

                                                                              Nem tudo que se vê, serve para se ver!

                                                                                              Luzia dos Olhos

 

ERRO NÃO É PECADO. PORQUE NÃO EXISTE PECADO, SÓ ERRO

 

A TV Brasil é o Corpus-Comunicacional mais importante do país. Exatamente porque é Pública.

 

Sendo Pública é um Canal de Televisão eminentemente Democrático. Sabe que Público é o que É em Si, por Si, para Si.

 

E a confirmação, inconteste de seu Ser-Publico, é sua Programação Geral tratada com Inteligência-Superior, Compromisso e Responsabilidade Política-Sensorial-Racional-Ética.

 

Na linguagem-capivarol da televisão, sua Programação é um Corpus-Comunicacional composto por jornalismo, documentários, entrevistas, filmes – principalmente brasileiros -, produções infantis, cursos, etc., o que é necessário para fundamentação do respeito com a Educação do Público.

 

QUANDO A TV BRASIL SE EQUIVOCA OU ERRA

 

Esse Corpus-Comunicacional da TV Brasil começou exatamente nos governos Lula e Dilma.

 

As tristes passagens de Temer e Bolçonaro não tem o que se comentar, visto o grau de insensibilidade, obstrução-intelectiva e ausência Ética das duas passagens.

 

Há alguns anos, em tempo dos festejos juninos, a TV Brasil apresenta, quer dizer, tenta, exibir uma Programação de transmissão de festas juninas que ela chama de Arraiá da TV Brasil.

 

Só que tem um grande equívoco ou erro: a programação exibe mais personagens do agronejo e barulho eletrônico do que forró, xote, baião, maracatu, músicas e danças juninas.

 

Nada de Gonzagão, Marinês e sua Gente, Tonico e Tinoco, Sivuca, Jacques do Pandeiro, Enezita Barroso, João do Vale, e outros e outras originais dos costumes, tradições em forma de folclores. 

 

É certo que ela transmite os personagens contratados pelas prefeituras dos municípios que muitas vezes atendem pedidos de vereadores, deputados e até governadores  para incluir os falsos artistas que não tem qualquer relação com as festividades que expressam os costumes e tradições das regiões, elementos-categóricos das festas juninas.   

 

Mas, a TV Brasil poderia, por sua parte, com respeito ao público, fazer sua seleção, já que possui as partículas Políticas e Estéticas para executá-las, diferente da maioria dos prefeitos que contrata essa gente dentro de um acordo suspeito. Gente que não é traspassada por qualquer partícula Criativa-Educacional-Democrática. 

 

O mesmo ocorre na transmissão do carnaval: lá estão  os mesmos caras que se apresentam nas ditas festas juninas que não têm nada de Momo. 

 

Outra preocupação que a TV Brasil tem que ter é quanto a análise dessas festas por alguns de seus profissionais.

 

Teve um de seus comentaristas que teceu o mais abestalhado dos elogios referente essa aberração. Ele afirmou que o bom da festa junina apresentada pela TV Brasil, era a multiplicidade de ritmos: do agronejo ao forró. E nem sabe que o verdadeiro universitário sabe o que são costumes e tradições folclóricas. 

 

O companheiro não sabe que o conceito multiplicidade não se reduz ao conjunto de números, mas ao Devir. Multiplicidade não é quantidade é singularidade. E agronejo não tem nada de singularidade. 

 

O que é que Alok tem a ver com festa junina? Ontem o cara deu a parcela de violenta contribuição para o desarranjo alienante do público-epígono que se toma por juventude acreditando que estava se divertindo.

 

Ele não sabe que o barulho, alcunhado de música, e a luz sintética, fazem parte, algumas vezes, de algumas formas de alucinações-esquizofrênica. Mas, a TV Brasil tem obrigação de saber. 

 

Como diz a telespectadora, professora, Brasinilda: “Eu também assisto a TV Brasil, por isso gostaria de ver e vê uma programação que tivesse danças e músicas verdadeiramente juninas, e não aberrações. Que essa gente fique lá com sua turma bolçonarista!”.   

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