OS BOLSOS AFIRMAVAM QUE SE PAPI MORRESSE A CULPA SERIA DE MORAES. AGORA, É RACHA O CULPADO POR GORAR O PROJETO-FAMILIAL AO SER PEGO COM A MÃO NA JACA
The president-elect of Brazil, Jair Bolsonaro (L) and his son Flavio Bolsonaro (R), arrive for a press conference on the appointment of the ministers of Citizenship, Tourism and Regional Development at the headquarters of the transitional government in Brasilia on November 28, 2018. (Photo by Sergio LIMA / AFP) (Photo credit should read SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)
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“Meu pai um dia me falou pra que eu nunca mentisse…”
Roberto e Erasmo
DESCULPE, PAPI! NÃO CONSEGUI FECHAR O PROJETO!
Conta a lenda, ou a verdade, que o escultor Michelangelo, depois de terminar de esculpir a estátua de Moisés, vendo-a tão perfeita, bradou: “Parla! Parla!“. Aí. não deu outra. É parlapatice para todo lado.
A fala se perdeu nos labirintos-obscuros do Parlamento, e tudo virou parlapatada antidemocrática.
E como não poderia ser diferente, por ter o modelo em casa, o Racha também tentou contribuir com sua parlapatice, mas não deu. Foi até onde seu dever-filial conseguiu.
Frustrou, inapelavelmente, seu papi. Segundo ele, “o maior herói da história do Brasil” apresentado em um filme com “atores renomadissimos” do tipo hollywoodiano. Na verdade, trupe de canastrões.
MORAES NÃO É MOEDA, MAS ESCAPOU DOS BOLSOS
Desde o começo da tentativa do golpe, até chegar na condenação, todos os tipos de bolsos se reuniram para propagar a ladainha dos trapaceiros:”Se bolçonaro morrer a culpa será de Moraes que não para de perseguir o maior líder da história do Brasil”. É mole, mamãe, manas e manos!?
Se o Brasil precisasse de Bolçonaro para ter sua própria História, não seria o Brasil, seria um fantasma assombragético.
Só que agora, a ladainha mudou: o causador da morte de Bolçonaro não será mais Moraes (rimou), porém o seu replicante, Racha.
A maior dor para um pai dominador (rimou outra vez)-obsessivo, é se certificar que seu filho-dominado falhou. Não cumpriu a ordem-castradora. Não porque se rebelou e se libertou (mais rima), mas porque era só uma triste ‘cascata’. Só pose. Nas antigas se dizia: “Só Migé”.
Para entender melhor, com o filósofo, Jean Boudrillard: Racha foi além do limite da trapaça, exibiu a nudez-moral total.
Realizou “os fenômenos extremos: “aqueles que acontecem além do fim ( ex-terminis)”.
Além, como falta, que lhe fez se entregar na maior para quem ele considera sua pior inimiga: A Justiça Democrática.
Alguns bolsos não gostaram de Racha ter entregue a parada. Para eles e elas, ele não deveria ter confessado que falara com Vorcaro, deveria continuar negando, mesmo com provas contrárias. Que deveria ter a coragem, como se diz de um homem valente: “Morre estrepado na cerca, mas não larga a galinha”.
Como diz, Seu Partenelo: “Com um filho desse, eu prefiro virar eunuco!”.