FLÁVIO E A MALDIÇÃO DO NOME DO PAI. DEMENTES QUEREM QUE ELE TIRE O NOME BOLÇONARO, PORQUE FICA MAIS FÁCIL DE SER ELEITO
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
“O meu medo maior é o espelho se quebrar”.
João Nogueira
Aquele que toma o pai como espelho não é filho, é imagem-virtual!
QUANDO O SOBRENOME É UM GRUDE MALDIÇÃO
Dementes de todas às laias e raias, pediram para o Flávio Rachadinha tirar o nome Bolçonaro, porque assim ele tem mais chance de ser eleito. E os eleitores vão acreditar que ele é realmente direita-moderada. Diferente do papi.
Tirar o sobrenome é fácil. Impossível é descarnar a estrutura existencial que foi produzida pelas experiências impostas pelo pai.
Confirmação inquestionável: Os replicante de Jair não são filhos da mesma mãe, mas são todos iguais em ideias, comportamentos e objetivos.
Flávio Rachadinha não é igual ao pai, da mesma forma que os irmãos, em função do sobrenome Bolçonaro. Ele é igual ao pai, em função dos corpos psíquico, cognitivo e moral do Jair impostos como força reativa, niilista, apocalíptica. O sobrenome é apenas um acidente.
Tanto é verdade, que se Flávio Rachadinha mudasse o nome para Flávio Lula da Silva, ele continuava sendo o mesmo fascista.
Continuava o mesmo extrema-direita. Diferente do craquaço, Garrincha que era ponta direita, mas driblava para todos os lados. Desculpa, Garrincha colocar você nessa lambança! Mas, não temos culpa por você ser o melhor ponta do Brasil.
NEM COM PLÁSTICA
Sem Bolçonaro, ele vai continuar o mesmo fascista, que junto com o papi e os irmãos, pediram para Trump, invadir o Brasil. O mesmo que se alimenta com mentiras para atacar os que ele considera seus inimigos. Da mesma forma que o pai. O mesmo que aparece na lista do Vorcaro.
Mesmo que ele fizesse plástica facial, mudasse a aparência, o psiquismo, a inteligência e a moral iriam permanecer imagem-virtual do espelho pai.
Como afirma Dona Santinha: !Não basta negar o nome do pai, porque a maldição continua. Édipo é inclemente. Não adiantou Freud, afirmar que para o filho se tornar livre e adulto, ele tem que matar o pai. Não fisicamente, certo? Resulta-resultado: vai perder para o Lulão, com Bolçonaro ou não (rimou)!”.