LEMBRANÇA ESCOLAR DA SÉTIMA SÉRIE SOBRE SABEDORIA E JUSTIÇA DE ORMUZ, FRENTE AO GRUPO DE JAZZ, TRUMP E SEUS PATETAS

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA. ORG

 

                                              Uma História Verdadeira, porque sua Realidade, não pode ser ficção, já que ficção não é realidade, mesmo quando se quer real como inteligência artificial. O artificial não é inteligência! 

 

 

QUANDO A REALIDADE NÃO É VERSÃO, MAS REVOLUÇÃO

 

No Avesta, Zoroastro, diz: “Toca aos maus um mau salário. Aos bons cabe o salário bom”. Aqui, nesta experiência escolar da Sétima Série, encontra-se o salário bom.

 

O revolucionário trabalho da educadora da Sétima Série com seus estudantes-inquietos, contado para nós.

 

No primeiro dia de aula, ela cumprimentou as estudantes e os estudantes, agradeceu pelas presenças de todos, e exibiu o plano de trabalho que iriam tentar realizar durante o ano letivo nas aulas de História Antiga.

 

Mas, antes falou para ninguém pensar em notas, porque ninguém ia ser reprovado. Foi alegria geral. E disse, também, para ninguém se preocupar com chamada. Ela carregava a pagela só por obrigação. Mais alegria. E, também, por que ela ia conhecer todos pelos nomes, já que ninguém é número.

 

Dadas essas informações. Explicou como iriam trabalhar. Uns alunos perguntaram qual o livro ela iria adotar, ela respondeu que todos que eles tivessem ou nenhum. Todo livro serve, dependendo de quem leia. Ela não fazia parte da indústria da venda de livros didáticos.

 

E continuou, dizendo que como iriam estudar as Civilizações Antigas, e todas as Civilizações têm sua realidade cultural em formas econômica, política, psicológica, social, científica, filosófica, estética, esportiva, religiosa e outras expressões, cada qual deveria escolher o que quisesse estudar que ela daria as aulas, faria as orientações artísticas-educacionais, mas a criação seria de cada um ou grupos.

 

Que escolhessem o que quisessem, porque iriam, no terceiro semestre, realizar as apresentações em formas de artes no salão para quem quisesse assistir.

 

Poderiam escolher astronomia, matemática, biologia, teatro, filosofia, fotonovela, poesia, conto, dança, pintura, o que quisessem. Seria uma festa como deve ser a educação. Seria uma festa o ano inteiro. E pediu que avisassem aos pais sobre a experiência escolar que estavam realizando.

 

A MENINA POETISA 

 

Uma tarde, uma menina chegou perto dela, muito alegre, e disse que já estava criando o trabalho que ia apresentar. Ela perguntou o que era. A menina respondeu que era um poema. Ela bateu palmas elogiando a menina e perguntou qual o tema. A menina respondeu: a Religião Persa. O significado dos dois deuses, Ormuz e Arimã.

 

E a menina continuou, afirmando que achara linda a religião Persa, principalmente a diferença entre os dois Deuses. Ormuz, o Deus criador do Universo, a Luz, a Verdade, a Justiça. Enquanto Arimã, o Deus do Mal, da Traição e das Sombras.

 

A professora, sorrindo, perguntou qual o livro que ela tinha pesquisado. Ela respondeu que havia sido em um livro que sua mãe estudou: História da Civilização, de Sérgio Buarque de Holanda.

 

A professora soltou um contagiante ‘maravilhoso’ de alegria, e perguntou se ela sabia que o Sérgio Buarque era pai do Chico Buarque, ela respondeu que sim, que sua mãe tinha contado para ela. E a professora, continuou perguntando se ela sabia que o Sérgio Buarque, a mãe do Chico, Maria Amélia, participaram na criação do Partido dos Trabalhadores, e ela respondeu que sim, que sua mãe havia contado, porque ela fora aluna do professor Aloísio Nogueira, o fundador do PT em Manaus, que havia contado para sua mãe. 

 

E a menina continuou mostrando porque gostou de estudar a cultura Persa. Falou que gostou do profeta Zoroastro que também tem o nome de Zaratustra. E para completar, disse que a mãe dela tinha um livro do filósofo, Nietzsche que conhecia muito História Geral, Assim Falava Zaratustra. 

 

O QUE O GRUPO DE JAZZ, TRUMP E SEUS PATETAS, NÃO SABEM SOBRE O ESTREITO DE ORMUZ 

 

(Dizem que o jazz é música para entreter almoço de magnatas em restaurantes)

 

Para os iranianos, o Estreito de Ormuz não é tão somente um elemento-hidro-geográfico. Sua Potência para os iranianos, não se resume no que Trump imagina em sua paranoia: um estratégico corpus-bélico-econômico.

 

O Estreito de Ormuz, para os iranianos, encontra-se vitalizado pela Potência-Transcendente do Espírito-Persa. A Potência que Vitaliza a crença Superior da Sabedoria, da Verdade, da Justiça e da Luz, que mostrou a menina da Sétima Série em seu Poema. 

 

Como mostra a professora primária aposentada, Delinha Cambises: “E a magnífica ironia nessa História, é que depois que Salomão morreu (930. aC) os hebreus, em função de brigas, se dividiram e fundaram os reinos de Israel e de Judá que foi dominado pelos assírios. Nabucodonosor arrasou Jerusalém, destruiu o templo de Salomão e mandou milhares de hebreus para o cativeiro, na Babilônia. E foi, o Rei Persa, Ciro ( quem não tem nada ver com o bolçonarista-vorcaro, Nogueira), quem libertou os hebreus do cativeiro. É mole, Netanyahu e Trump? Ou quer mais!?”. 

 

 

 

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