É ESTA INTELIGÊNCIA, FLÁVIO QUE QUER SER PRESIDENTE. PEDIU, AOS BOLÇONARISTAS, JEJUM PARA O PAI GOLPISTA. JEJUM CURA DOENÇAS?
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Como já é público e notório, não há inteligência em fascistas, principalmente nos bolçonaristas.
PROVA ESTUPIDEZ-EVANGÉLICA
Flávio-Rachadinha, replicante do famoso golpista, Jar Bolçonaro, preocupadíssimo com o estado de saúde do papi, uma preocupação-calculista, visto que precisa das performances-histéricas dele, para fazer campanha eleitoral, saiu com o que sua invejável inteligência poderia produzir: pediu para que os bolçonaristas fizessem jejum para que seu cabo-eleitoral maior fique bem de saúde.
“Eu queria fazer um pedido para todo mundo que puder, hoje de meia-noite às seis da manhã, vamos fazer um jejum pedindo a Deus aí pela pronta recuperação dele pela melhora da saúde dele, pra que ele possa ir pra casa…”.
Na verdade, é forçação se barra para que Moraes conceda prisão domiciliar ao condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por crime de atentado ao Estado Democrático de Direito que a maioria da população também concordou com a condenação.
Não precisa nem ser ateu-realista para saber que a fé não move montanha nenhuma, já que o que move montanha é terremoto, porque nenhum jejum pode curar doenças. Ainda mais quando o jejum não é feito pelo próprio doente.
A jogada do rachadnha é clara: é mais para explorar a histeria dos seus iguais e garantir votos.
Bolçonaro experimenta um estado de saúde sofrível que ele mesmo escolheu.
Não adianta os fascistas tentarem jogar a culpa para o ministro Moraes. O ministro Moraes não teve a infância que ele teve, não tem a estrutura psíquica que ele tem, não é dominado por tanta inveja e ódio que ele é dominado e, muito menos, é golpista.
Logo, Bolçonaro é responsável por suas próprias enfermidades, mazelas. Nem a Papudinha é responsável, já que ela foi transformada em um ativo comitê eleitoral e local para tentativa de tramar contra o Brasil junto com ianque. Que não aconteceu porque o Brasil tem Governo e Justiça.
Como afirma a candomblesista, Aidê dos Arraiais: “Se jejum produzisse saúde, o pobre não seria pobre: seria rico, porque abriria um comércio só para vender saúde!”.