ONDE ESTAVA O PT DO AMAZONAS? O AMAZONAS FOI O ÚNICO ESTADO QUE NÃO APRESENTOU QUEDA NO ÍNDICE DE DESEMPREGO EM 2025, MOSTRADO PELO PNAD

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje, dia 20, os dados registrados na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua que foi iniciada em 2012.

 

De acordo com os dados, dezenove estados e o Distrito Federal terminaram o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego comparada com 2024.

 

Como já era esperado, para quem mora no Amazonas, o estado de Ajuricaba, foi o único dos dezenove estados que não apresentou queda no desemprego. Continua com a mesma taxa do ano de 2024: elevado número de desemprego.

 

E para piorar, porque o estudo mostra empregos com garantia dos direitos trabalhistas, cobertura previdenciária, 13° salário, seguro-desemprego e férias, o Amazonas apresenta 50,8% de informalidades onde o trabalhador não tem qualquer segurança trabalhista.

 

A Questão-Política-Trabalhista que nunca cala no estado do Amazonas: Onde se encontra e o que faz o Partido dos Trabalhadores do Amazonas e, principalmente, o PT, sem Desejo, de Manaus?

 

Fácil de responder: Alguns de seus membros estão praticando o fisiologismo em aderência aos desgovernos do estado e prefeitura. Sempre realizando alianças demagógicas contra os Trabalhadores.

 

Outra Questão-Política-Trabalhista que não cala: E os alcunhados militantes, ativistas, educadores do partido que se jactam serem transformadores quando não transformam nem a inércia-burguesa de seu próprio partido que não se acanha de ter um presidente vitalício?

 

Não adianta gritar Lula-lá, se não transforma o PT cá!

 

Alguns vão afirmar: Mas o partido não cria empregos! Quem cria empregos são os empresários, o estado e o município. 

 

É verdade. Mas, o partido pode pensar o emprego, indicar formas de trabalho, estimular os trabalhadores quanto a luta pela práxis de suas profissões junto aos empresários, estado e município.

 

E mais, implicara os empresários, o estado e o município na produção dos empregos. É facílimo! Basta mostrar Autoridade Racional e Política. E não a prevalência crônica do abestalhamento! 

 

Para tirar sarro, vejam e encontrem a posição do Amazonas no gráfico apresentado. Já esperado pela população amazonense.

*”Doze UFs abaixo da média

Mato Grosso: 2,2%

Santa Catarina: 2,3%

Mato Grosso do Sul: 3,0%

Espírito Santo: 3,3%

Rondônia: 3,3%

Paraná: 3,6%

Rio Grande do Sul: 4,0%

Goiás: 4,6%

Minas Gerais: 4,6%

Tocantins: 4,7%

São Paulo: 5,0%

Roraima: 5,1%

Média Brasil: 5,6%

Paraíba: 6,0%

Ceará: 6,5%

Acre: 6,6%

Maranhão: 6,8%

Pará: 6,8%

Distrito Federal: 7,5%

Rio de Janeiro: 7,6%

Sergipe: 7,9%

Amapá: 7,9%

Rio Grande do Norte: 8,1%

Alagoas: 8,3%

Amazonas: 8,4%

Bahia: 8,7%

Pernambuco: 8,7%

Piauí: 9,3%

Informalidade

Veja o nível de informalidade nas UFs:

Maranhão: 58,7%

Pará: 58,5%

Bahia: 52,8%

Piauí: 52,6%

Ceará: 51%

Amazonas: 50,8%

Paraíba: 49%

Sergipe: 48,2%

Pernambuco: 47,8%

Alagoas: 47,5%

Rondônia: 46,1%

Acre: 45,2%

Amapá: 44,2%

Roraima: 40,3%

Tocantins: 39,7%

Espírito Santo: 39%

Rio Grande do Norte: 39%

Rio de Janeiro: 38,5%

Média Brasil: 38,1%

Minas Gerais: 36,8%

Mato Grosso: 36,3%

Goiás: 35,1%

Mato Grosso do Sul: 32,1%

Paraná: 31,6%

Rio Grande do Sul: 31,4%

São Paulo: 29%

Distrito Federal: 27,3%

Santa Catarina: 26,3%

O DF lidera com sobra o ranking, explicado pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.

Distrito Federal: R$ 6.320

São Paulo: R$ 4.190

Rio de Janeiro: R$ 4.177

Santa Catarina: R$ 4.091

Paraná: R$ 4.083

Rio Grande do Sul: R$ 3.916

Mato Grosso do Sul: R$ 3.727

Mato Grosso: R$ 3.688

Goiás: R$ 3.628

Média Brasil: R$ 3.560

Espírito Santo: R$ 3.497

Roraima: R$ 3.438

Rondônia: R$ 3.362

Minas Gerais: R$ 3.350

Tocantins: R$ 3.129

Amapá: R$ 3.089

Rio Grande do Norte: R$ 3.003

Sergipe: R$ 2.855

Acre: R$ 2.794

Amazonas: R$ 2.733

Pernambuco: R$ 2.666

Paraíba: R$ 2.577

Piauí: R$ 2.561

Alagoas: R$ 2.531

Pará: R$ 2.508

Ceará: R$ 2.394

Bahia: R$ 2.284

Maranhão: R$ 2.228

De todos os estados, apenas Amazonas, Amapá, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia e São Paulo estão abaixo do recorde de rendimento do trabalhador. São Paulo, por exemplo, apresentava rendimento de R$ 4.320 em 2014, em valores reais, ou seja, já considerada a inflação do período. Para o Amazonas, o maior salário registrado foi R$ 2.838 em 2012″. 

  • Extraído da Agencia Brasil.

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