PEDRO SÁNCHEZ, PRIMEIRO-MINISTRO DA ESPANHA, AFIRMOU QUE SEU PAÍS NÃO VAI APOIAR “INTERVENÇÃO QUE VIOLA O DIREITO INTERNACIONAL”
Violência
Estados Unidos tomaram o país e sequestraram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Adela Gavidia Flores de Maduro
Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha, se posicionou, neste sábado (3) via redes sociais, de forma oposta ao presidente francês, Emmanuel Macron, e condenou o ataque dos Estados Unidos à Venezuela.
Uma das consequências do golpe militar comandado por Donald Trump, inclusive, foi o sequestro do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Adela Gavidia Flores de Maduro.
Sánchez foi enfático ao declarar que a Espanha, apesar de não concordar com o regime de Maduro, não reconhecerá “uma intervenção que viole o direito internacional e empurre a região para um horizonte de incerteza e beligerância”.
Respeito à “Carta das Nações Unidas”
“Solicitamos a todos os atores que considerem a população civil, respeitem a Carta das Nações Unidas e trabalhem em prol de uma transição justa e negociada”, disse Sánchez.
Na madrugada deste sábado (3), os Estados Unidos atacaram violentamente a Venezuela e capturaram Maduro e sua esposa, levando-o para os Estados Unidos.