A VICE-PRESIDENTA DA VENEZUELA, DELCY RODRIGUEZ, CONFIRMA SEQUESTRO DE NICOLÁS MADURO E PRIMEIRA DAMA E EXIGE “PROVA DE VIDA” IMEDIATA

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VENEZUELA-US-DIPLOMACY-CONFLICT

This handout picture released by the Venezuelan Presidency press office on September 23, 2025, shows Venezuela's President Nicolas Maduro speaking during a meeting with the Executive Committee of the State Council of the Nation at the Miraflores Presidential Palace in Caracas. Maduro announced on September 23, 2025, that he is considering declaring a "state of external commotion" to deal with "aggressions" from the United States, while receiving the support of hundreds of armed civilians and military personnel who marched in his "defense" in Caracas. (Photo by ZURIMAR CAMPOS / Venezuelan Presidency / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO / VENEZUELAN PRESIDENCY / ZURIMAR CAMPOS" - HANDOUT - NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS - AFP CANNOT INDEPENDENTLY VERIFY THE AUTHENTICITY OR LOCATION, DATE, AND CONTENT OF THESE IMAGES. /

SEM PRECEDENTES

Mais cedo, o presidente estadunidense Donald Trump informou a captura de Maduro em uma rede social

Presidente da Venezuela Nicolás Maduro| Crédito:

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores é desconhecido, após os ataques dos Estados Unidos ao país latinoamericano na madrugada deste sábado (3).

“Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, disse Rodríguez, em um áudio exibido pela TV estatal.

Mais cedo, o presidente estadunidense Donald Trump informou a captura de Maduro em uma rede social. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, escreveu.

Mais cedo, a Venezuela divulgou um comunicado oficial no qual rejeita “a grave agressão militar perpetrada pelo atual governo dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelana”, após relatos de explosões na capital, Caracas, e em outras três regiões.

Segundo a nota do governo venezuelano, os ataques atingiram “localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira”.

“Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente dos seus artigos 1.º e 2.º, que estabelecem o respeito pela soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força”.

De acordo com o governo venezuelano, os ataques afetaram bases militares, diferentes cidades, a sede do poder legislativo, aeroportos e a estrutura elétrica do país.

O governo venezuelano afirmou, em nota, que “tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em sério risco a vida de milhões de pessoas”. De acordo com o governo venezuelano, a ofensiva teria como objetivo a apropriação de recursos estratégicos do país.

“O objetivo deste ataque não é outro senão confiscar os recursos estratégicos da Venezuela, especialmente o seu petróleo e minerais, tentando quebrar pela força a independência política da Nação”, diz o texto.

Editado por: Rodrigo Chagas

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