A GRANDEZA-HISTÓRICO DA PRODUÇÃO EDUCACIONAL DA ASPROM-SINDICAL QUE NENHUM ANTIDEMOCRÁTICO GOVERNO, CARENTE DE HISTÓRIA, COM PL DA MORTE PODE AFETAR
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Marx, afirma que a História só põe para o Homem Problemas que ele já se encontra em condições de resolvê-lo!
Mas a História muitas vezes coloca problemas ao Homem que embora ele tenha condições de resolvê-lo, não percebe. Então, ele continua escravo.
Quando nos idos da década de 70 e começo da década de 80, o professor-educador, Aluísio Nogueira decidiu, junto com outros inquietos professores, produzir – porque tudo é, politicamente, produção – um movimento que levaria a criação de entidade representativa da Classe professoral, ele teve a sensibilidade, a inteligência e o Devir-Político, para perceber que a História tinha colocado o Problema para a Classe solucionar.
A ASPROM-SINDICAL, no começo da primeira década do ano 2000, percebeu e entendeu que a História havia colocado o Problema da Educação para ela solucionar.
Nesse tempo, ainda não havia a ASPROM-SINDICAL que hoje se conhece com sua Potência-Educacional-Política que intimida qualquer governante que faz de sua ignorância Política o drive para que a população acredite que ele é um sábio capaz de entender o que é governar, por isso sabe o que a população precisa. Não sabe! E como diz o Rei da Depressão Roberto Carlos: “E nunca procurou saber”
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Daí, que os Fluxos do Movimento Educacional condensados pelo Professor-Educador, Aluísio Nogueira e toda a Classe, se concretizou porque teve sempre em si a ESSÊNCIA da Transformação: A Experiência Concreta da Práxis e Poieses do Novo.
O que confirmava que o modelo, até então dominante, estava totalmente desativado, mas só os pobres profissionais burocratas e os governos não viam. Não podiam ver: Foram eleitos porque tinham viseiras. Só viam o que o sistema determinava o que era permitido enxergar.
Esta similitude com o Movimento Educacional anterior, com Aluísio Nogueira e sua moçada, a ASPROM-SINDICAL tem. Mas com outras percepções e concepções, embora os substratos dos inimigos da Educação de hoje ainda sejam o mesmo: a ignorância, a brutalidade, a prepotência, a arrogância, a preguiça, a inibição intelectual, e, principalmente, o medo que se expressa em forma de violência institucional contra os Profissionais da Educação. O PL da Morte é uma clara testemunha dessa miséria governamental. Uma testemunha do evangelismo ditatorial.
A ASPROM-SINDICAL nasceu onde nascem os mais originais e singelos Movimentos Políticos Educacionais Sociais. Nasceu com o cheiro do Povo. Com a participação do Povo. Com a Sensibilidade e Inteligência do Povo. Não podia ser diferente: ela sempre esteve onde o povo está. Ela sempre confirmou Milton Nascimento: “Todo artista tem que ir onde o Povo esta´!”. O Educador é um artista, por isso seu engajamento para mudar o que deve ser mudado.
Foram vários os encontros realizados em praças e ruas para discutir tanto a Educação em Manaus, como para elaborar os estatutos da entidade que seria a ASPROM-SINDICAL. Bons, Criativos e Alegres Encontros nas noites, principalmente, na Zona Norte.
Era uma moçada que como diz o compositor, cantor e cinegrafista (cinema: Noite do Espantalho), Sérgio Ricardo, “que não se intimida com ameaças do rei“. Era, Lambert, Elma, Miguel Oliveira, Lucicleia Lopes, Ivan Viana e outras e outros, pessoas dos bairros, e nós da Associação Filosofia Itinerante (AFIN), com o seu vetor-virtual, Afinsophia.com, hoje, Afinsophia.Org.
Também, porque alguns professores futuros ASPROMSÓFICOS, também eram da AFIN. Tudo em casa. Uma História inusitada nesta acomodada Manaus. Enquanto as ‘Ortoridades’ dormiam em seus sonos justos de inimigos da Democracia, a ASPROM-SINDICAL nascia na Potência-Política-Educação-Povão! Muitos distante dos palácios que os coisas nenhumas fantasiavam que eram nobres. Tristes nobreza.
Então, de tanto participarmos dos encontros ASPROMDIALÉTICO, resolvemos compor uma espécie de dizer-musical sobre os Educadores diante dos tristes governantes que de Educação não passam de malogrados. Serviçais para executar as ordens ambiciosas dos ditos superiores.
Hoje, são muitos Educadores que se encontram engajados na ASPROM-Sindical. Muitos são novos membros que na época não estavam ainda na labuta. Mas não há tempo para a Educação, visto sero Tempo da Criação em todos Movimentos.
O que mais causa dor nos miseráveis governantes é que a ASPROM-SINDICAL é História Processada na Concretude do Real-Racional. E eles são meras estórias produzidas pelas fantasias da Irrealidade-Irracional.
E assim, era: E Tome SOM-POLÍTICA-EDUCAÇÃO!
Vamos escrever a letra que foi musicalizada em 2012. E embaixo tem a gravação que se encontra no CD ROCK CABOCÃO II, que foi distribuído gratuitamente, em 2024.
POR PROFESSORES-EDUCADORES ENGAJADOS OU PARA UM ÉTICA DA EDUCAÇÃO
A ausência de Política
Nos homens e mulheres do poder
É logo percebida no corpus-anti-educação
Afeta a Escola, Estudantes e Professores
Revelando a falta de Ética e Vocação.
Assim, neste estado carente de inteligência
Onde os governantes primam pela incompetência
Aqueles que se encontram na Escola como Práxis do Educar
Precisam engajamento para o quadro transformar.
Porque não dá para ver cidadania no rosto do professor
Cuja Luta sem escuta é alienada do seu Ser-Trabalhador
Com um baixo salário que mal dá para comprar o jaraqui e o feição
Muito menos cogitar um plano de habitação.
E esses homens e mulheres tristes vomitando vomitando suas vaidades
Sublimando suas taras em seus cargos das maldades
Empurram para o gueto o que forma o cidadão
Eternas parasitas dessa falsa educação
Porque para todos eles a Escola é para mentir
Por isso falam sério como um mágico a iludir
Portanto, a professora e o professor para por fim à escravidão
Terão que conjugar Escola com REVOLUÇÃO!
Como afirma a Professora Primária, Lami Sol: “Quem canta a estupidez espanta! Quem canta a Revolução Levanta!”.