RACHADÃO E SUA MORAL DA MENTIRA: QUEM ACREDITA EM MENTIRA, MENTE DUAS VEZES

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                                  A mentira não tem as pernas curtas. Ela não é anatômica. Ela é um modo de ser depravado.

                                                                                                        Vera Vero

 

MENTIR  E AGONIA

 

É simplíssimo de entender porque há a reverberação da mentira: mentir é muito mais fácil do que raciocinar.

 

O processual de propagação da mentira é apresentado de duas formas de fraude da linguagem:

 

1 – Série: A assemelha-se com B, B assemelha-se com C, C assemelha-se com D, e vai que vai. 

2 -Estrutura: A está para B, B está para C, C está para D e vai que vai.

 

Todas as duas formas são redundâncias do significante conhecido como repetição do mesmo que nasceram de um primeiro emissor.

 

No caso da mentira, predominantemente-social, o mentiroso inicial é o capitalismo-capitalístico-mentirante.

 

É nesse quadro de ausência da inteligência-raciocinal que a mentira se propaga.

 

Assim, pode-se afirmar que quem acredita na mentira e a propaga, mente duas vezes (ou mais): mente por ter acreditado na mentira, e, mente, por ter propagado a mentira que acreditou. Além de confirmar sua estupidez e imoralidade-social.

 

A crença na mentira é derivada da angústia de culpa. Muitas vezes, a crença é uma forma de evitar a dor da Verdade. 

 

Como ninguém nasce mentindo, Rachadão é mentiroso porque frequentou a sedutora escola da mentira e tomou seus enunciados como verdades. Da mesma forma que fazem os  eleitores que acreditam em sua mentiras.

 

Só que em uma eleição, em um País Democrático e Soberano,  sua mentira é perigosíssima.

 

Em função da quantidade de fascistas que perambulam e entulham o Brasil, a mentira se não for combatida, não só por Lula, pode se tornar ditadura, porque a ditadura é a mentira normalizada. 

 

Como mostra a socióloga, Veronildes Naturante: “Como a mentira é uma ficção, e no caso do Rachadão (rimou), uma ficção apoiada pela superstição (outra rima), ela revela a verdade mitológica deles: o deus que propagam não passa de uma triste mentira. E deus mentirado não serve para a Democracia!”.   

 

 

 

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