BOLSONARO É SOCORRIDO POR QUEM ELE TENTOU MATAR
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Governadora, Fátima Bezerra.
Todo brasileiro que não narcisou seu ego com suas pulsões recalcadas transformadas em sintomas de culpa, medo e busca de punição e por isso se identifica com tipos psicopatológicos cruéis, sabe que Bolsonaro, durante sua passagem de inquilino do Palácio do Planalto, tentou matar, entre outros direitos democráticos, a Política de Saúde Pública.
Com sua personalizada estratificada pelo escravagismo do sistema privatista-capitalista, ele, além de não ter qualquer conhecimento de administração-pública, tentou colocar as instituições brasileiras nas mãos dos alienígenas burgueses inimigos do Brasil Democrata.
Causa que lhe levou a planejar o golpe: queria continuar entregando o Brasil para o capital internacional comandado pelos EUA.
Hoje, Bolsonaro agradeceu a si mesmo por ser uma personalidade inoperante politicamente: não conseguiu matar a Política da Saúde Pública.
Estava dando seus bordejos de pré-adolescente encruado, na cidade de Santa Cruz, no Rio Grande do Norte, quando sentiu sua tradicional-companheiro dor abdominal.
A governadora, Fátima Bezerra do Partido, dos Trabalhadores, que trabalhou muito para impedir que ele, enquanto inquilino do Palácio do Planalto, não destruísse o Brasil, usou os instrumentos que conseguiu salvar em sua luta: a Política de Saúde Pública e colocou a disposição do frustrado destruidor dos corpos democráticos.
Colocou a sua disposição todos os elementos que a dignidade, a honradez, e a inteligência de que uma governadora é dotada. Com direito a helicóptero-público.
Alguém poderia dizer: “Mas ele tem direito. Ele é ex-presidente”. E outro alguém, democrata, responderia: “É ex-presidente, mas se ele tivesse matado todo o Sistema Único de Saúde (SUS), como tenteou, hoje não teria esse tratamento. E, mais, afirmar que ele foi ex-presidente, não lhe coloca em posição de receber esse tratamento humanamente democrático. Da forma que se comportou durante os 4 anos, ele nem em Aripipicaba, seria considerado ex-presidente.
Como afirma a professora de cálculo-administrativo, Dona Calculitiva: “Bolsonaro foi socorrido pelo talento da sua própria inutilidade. Não conseguiu matar a Política de Saúde Pública”.