HOJE É DOMINGO. PARA ALGUNS, O DIA DO SENHOR. PARA O CALENDÁRIO, O 1° DIA DA SEMANA. PARA BOLSONARO, A SEMANA QUE NÃO DEVERIA EXISTIR
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O grego, Ptolomeu, delirou na antiguidade e criou a Teoria Geocêntrica: A Terra é o Centro do Universo.
A Igreja Católica fez de sua teoria-delirante a sustentação para criar a Teoria Teocêntrica: deus criou a Terra.
Da Teoria Teocêntrica saiu a Teoria Antropocêntrica: o homem é o senhor da Terra.
Se a Terra fosse o Centro do Universo não haveria os movimentos de Rotação e nem Translação. Logo, não haveria Vida na Terra. E muito menos os calendários juliano e gregoriano que tentaram estabelecer a temporalidade milenar, secular, anual, mensal, semanal e diária. Além da hora, minuto e segundo. A reiteração narcísica obsessiva, como afirma o filósofo, Guattari.
Mas, como diz o poeta, Carlos Drummond: No meio do caminho havia uma pedra!
Não era apenas uma pedra no meio da caminho da Igreja, mas cinco: Giordano Bruno, Kleper, Copérnico e Galileu Galilei.
Estas pedras, cada uma em seu próprio caminho, resolveram chutar as Teorias Geocêntrica e Teocêntrica e colocar o Sol em seu devido lugar Natural-Astronômico.
Pronto! A Teoria Heliocêntrica, o Sol como Centro do Universo, se tornou a Verdade e a Terra começou a realizar seus Movimentos de Rotação e Translação.
A Vida passou a Vicejar na Terra sem qualquer delírio, embora ainda existam muitos delirantes-negacionistas.
Se a Teoria Geocêntrica continuasse predominando, como muitos ainda continuam acreditando,Bolsonaro não deveria se apavorará, visto que não haveria o tempo-pulsado-estriado e, consequentemente, o dia 25 de março de 2025.
Sem o dia 25 de março, Bolsonaro não seria julgado e não seria tornado réu, para seguir, junto com sua igual, que lhe deu a pernada, Zambelli.
Sem o 25 de março, Bolsonaro não navegaria na ‘Nau dos Condenados’ (filme de 1953. Dirigido por John Farrow. Com Alan Ladd e James Mason).
Mas, hoje é Domingo. O 1° Dia da Semana. Dois Dias antes do julgamento de Bolsonaro. Sem delírio.
Como afirma, Dona Temporânea: “Bolsonaro, nem pode cantar a música de seu ídolo, Roberto Carlos: O Tempo Vai Apagar (1968)”