O ATOR MILIONÁRIO, GENE HACKMAN EDUCOU SEUS FILHOS PARA NÃO SEREM CAPITALISTA: MORREU E NÃO DEIXOU UM SÓ VINTÉM PARA NENHUM

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O filósofo grego, Epicuro (341-270), afirmou: “Se queres enriquecer Pítocles, não lhe acrescentes riquezas: diminui-lhe os desejos.”

 

O desejo que, Epicuro fala, não é o Desejo-Vontade de Potência, como mostra o filósofo, Nietzsche. Ou, o Conactus, como afirma o filósofo, Spinoza. E, nem, o “Desejo como pura positividade intensiva que contorna os sujeitos e os objetos e é fluxo e intensidade”, como defende o filósofo, Félix Guattari.

 

O desejo que entende, Epicuro é o desejo de ambicionar as coisas, querer objetos, para alimentar as frustrações e o sentimento de culpa que deixa a ilusão de ser rico, feliz e poderoso como vende o capitalismo/capitalístico. Daí, para a sociedade-mercadoria, ter é poder, mesmo que os objetos não passem de fetiches: sublimações da impotência-existencial. 

 

Epicuro foi o primeiro contestador-histórico do capitalismo/capitalístico. Foi o primeiro a defender que desejar não assegura felicidade. Antecedeu, Marx.  

 

O milionário ator, Gene Hackman, dono da fortuna de US$ 80 Milhões, morreu agora em fevereiro aos 95 anos, e era casado com Betsky Arakawa, de 88, que morreu dias antes dele, também, em fevereiro.

 

Gene Hackman, que ninguém sabe se conhecia, Epicuro, muito antes de morrer deixou toda sua herança para sua mulher e nem um só vintém para seus três filhos.

 

Gene, realizou, Epicuro: não acrescentou riquezas aos filhos e diminuiu seus desejos.

 

Para o capitalismo/capitalístico, Gene não foi um pai exemplar, mas um inimigo dos filhos. Pai perverso!  

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