RELEMBRE OS ESCÂNDALOS ENVOLVENDO O ORÇAMENTO SECRETO, QUE VIROU CASO DE POLÍCIA NESTA SEGUNDA
Além de manobra para liberar R$ 4,2 bilhões, parlamentares são investigados por desvios e organização criminosa; menos de 40% das obras que receberam emendas foram concluídas
A decisão é uma resposta às denúncias do PSOL, Partido Novo e instituições em que Lira e 17 líderes partidários tomariam para si a decisão sobre o destino das verbas.
“Os recentes “cortes de gastos” deliberados pelos Poderes Executivo e Legislativo tornam ainda mais paradoxal que se verifique a persistente inobservância de deveres constitucionais e legais – aprovados pelo Congresso Nacional – quanto à transparência, rastreabilidade e eficiência na aplicação de BILHÕES de reais”, ponderou Dino na decisão.
A rixa entre o ministro e o Congresso, no entanto, não teve início nesta segunda-feira, mas sim no início de agosto, quando Dino determinou que o orçamento secreto utilizado pelos parlamentares entre 2020 e 2022, ainda no governo de Jair Bolsonaro (PL), fosse aberto ao público, com a íntegra das informações dos gastos dos deputados e senadores.