PACHECO, PRESIDENTE DO SENADO, TEM CONDUTA ANTIÉTICA: SE REÚNE COM MINISTROS DO TSE PARA SALVAR MORO DA CASSAÇÃO
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Em outras profissões é comuníssimo: membros da mesma profissão procurarem defender seus pares, mesmo tendo cometido atos condenáveis, e são chamados praticantes de corporativismo. Entretanto, membros dos poder legislativos não são profissionais outorgados como autoridades pelo Estado como os profissionais que são declarados autoridades em suas profissões pelo Estado.
Os membros do poder legislativos são agentes de partidos ditos políticos, como vereadores, prefeitos, governadores, deputados estaduais e federais e senadores, eleitos por decisão dos eleitores para representá-los em seus direitos em suas cidades e estados. Por essa nomeação-eleitoral não podem ser chamados de profissionais do legislativo e terem comportamentos corporativistas. Embora, ocorra continuamente, principalmente, através de atos dos membros dos partidos fascistas.
Foi exatamente o que fez o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Se reuniu com o ministro Alexandre Moraes e ouros ministros do TSE, com objetivo de tentar impedir a cassação do acusado de corrupção na Lava Jato, senador Moro. Com sua posição, Pacheco confirmou que não é encadeado pela Consubstancialidade-Política da Democracia. E fortaleceu a miséria anti-institucional do legislativo,
O ato de Pacheco pode não ser qualificado e classificado como corporativista, mas, pode ser condenável, como ato antiético.
Como diz a Dona Mimi Milimetro: “Embora sendo um cara alto, Pacheco confirma que tamanho não é documento !”,