BOLSONARISTA, MESMO SOFRENDO DE AFASIA-FASCISTA, AFIRMA QUE EM CUBA E VENEZUELA O POVO EXERCE A PRÁXIS DA LIBERDADE LINGUÍSTICA

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

 

Lucas Pavanato é o do meio com sorriso-bolsonarista (vazio).

Não precisa ser um semiólogo para saber que a prática da linguagem em sociedade se apresenta por dois processuais: o oral e o verbal.

 

O oral é a sonorização que resultou da experiência auditiva-linguística de uma criança em seu ambiente. É uma espécie de veículo transportador da matéria-linguística como corpus-sonoro. O verbal é o conceito que o oral transporta. É significado-sonoro da fala que resultou da experiência linguística da criança que a leva a pensar o mundo em que se encontra desde sua família até o fora de seu ambiente. 

 

Assim, entende-se que a fala é a síntese da experiência da língua, já que a mesma é uma instituição-social. Porém, a fala não é homogênea. Nem todos se expressam na mesma fala, apesar da língua ser uma instituição-social, porque na aprendizagem linguística são necessários propriedades constitutivas do falante como sensibilidade, inteligência, memória, estrutura-neuronal, psicológica, ética, psicológica, etc., todos os corpus que implicam na composição do saber.

 

Entretanto, quando esses corpus não se encadeiam como potência-semiológica, o sujeito-falante apresenta degeneração-linguística-cognitiva na fala. Não atinge o grau crítico do falar-verbal. Não entende os conceitos, e, no máximo, fica preso aos pré-conceitos que são falas que não passaram crítica-epistemológica. São apenas repetições do que ouviram como ocorre em estados- chamados de religiosos e morais. É o que ocorre com os fascistas que sofrem de afasia. Sem a potência da crítica não podem saber o que expressam. Só repetem a redundância do que ouviram. 

 

Apresentando esse quadro afásico, o pré-candidato do PL-SP, ao cargo de vereador, o bolsonarista de papo-amarelo, Lucas Pavanato, afirmou a prática da liberdade-falante do povo de Cuba e Venezuela, depois de chamar os funcionários públicos de vagabundos.

 

Logicamente, que ele não conhece o significado do conceito vagabundo que na verdade representa o movimento-criativo das pessoas livres que podem vagar em processuais-contínuos de produção-coletiva. Para confirmar seu elogio aos dois países-hermanos, ele afasiou:

 

 “Eu falo o que eu quiser! Aqui não é Venezuela, aqui não é Cuba, aqui não é Nicarágua, aqui eu tenho liberdade, eu vou falar o que eu quiser! Aqui eu vou falar o que eu quiser! A senhora não está acima da lei! Eu tenho o direito de falar! Eu vou falar! Vou falar!”. 

 

É por essa realidade linguística-epistemológica, que não é possível se concretizar diálogo com fascistas. Essas aberrações são tapadas-literalmente. Nada sai e nada entra! 

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