A avaliação para promoções é conduzida por um colegiado de 18 generais e depois é enviada ao comandante do Exército, General Tomás Ribeiro Paiva, para a decisão final. Segundo informações obtidas, Cid já recebeu um veto do grupo inicial, indicando que ele provavelmente não avançará na carreira.
Apesar dos escândalos em que está envolvido, Cid continua a receber um salário mensal de aproximadamente R$ 27 mil das Forças Armadas. De acordo com as regras, a suspensão definitiva dos vencimentos só ocorrerá se ele for condenado a mais de dois anos de prisão. Até o momento, ele permanece sob investigação.
Se houver uma condenação, o Ministério Público Militar entrará com uma representação junto ao Superior Tribunal Militar (STM), o que poderá resultar na expulsão de Cid do Exército por considerá-lo indigno de pertencer à instituição militar.
Este seria o desfecho final do processo e das punições, que foram aplicadas desde que os escândalos vieram à tona. Inicialmente, Cid foi afastado de cargos de comando e, posteriormente, de todas as funções quando foi preso. No entanto, continuará recebendo salário até o desfecho do julgamento judicial.