HITLER, EXPLODIU A TESE-HUMANISTA DA PEDAGOGIA QUE O CASTIGO NÃO AUXILIA NA APRENDIZAGEM: ISRAEL APRENDEU SUAVEMENTE
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“Compreender não significa negar nos fatos o chocante, eliminar deles o inaudito… Compreender significa, em suma, encarar a realidade sem preconceitos e com atenção, e resistir a ela – qualquer que seja”.
Filósofa judia-alemã, Hannah Arendt
O castigo é o valor-moral de toda consciência-impotente-ressentida-odienta-invejosa. O castigo é o irmão gêmeo da vingança. O castigo é recurso-imoral-amoral-pervertido dos ofendidos que fantasiam servir de exemplo para os que eles julgam errados em suas ações. Em um exame bem simples, o castigo é culturalmente uma sádica hipocrisia, porque sempre quem castiga acredita que é o modelo do Bem e não pode ser contrariado.
É através do mito adâmico, que o castigo entra no mundo. Isto é, para quem acredita na religião hebraica, judaísmo, com seu deus-vulcânico. Adão e Eva são expulso do Paraíso, porque cometeram uma ação que o Senhor, proprietário do Paraíso, não aprovou.
Paulo, também é modelizado pelo castigo. Quando inventa que Cristo morreu para nós salvar, ele já mostra a ponta do chicote do castigo aos que não acreditarem. O tal prometido e chantagista perdão, é uma forma declarada de castigo. A psicanálise nos mostra que o sentimento de culpa, desamparo, impotência, inferioridade estão ligados diretamente ao medo do castigo. A superstição é sustentada pela ameaça do castigo. O castigo é representação-tirânica da Castração!
A a-história encontra-se repleta de países que castigam e castigaram outros povos considerado fora de seus modelos. Breve exemplo: EUA em relação à Cuba. Outros exemplos, os Povos-Primitivos do Brasil, apelidados de índios, originários, e outras alcunhas, severamente castigados pelos colonizadores e, pós-modernamente, pelo agronegócio dos fazendeiros da extrema-direita.
Na relação de produção o castigo é um debocha contínuo. Os trabalhadores são continuamente castigados por seus patrões, principalmente, em função de seus ofensivos salários e a mais-valia. Na família, na escola, na igreja, nos chamados entretenimentos, em vários territórios, como a mídia-fascista tentado castigar o governo Democrático-Lula, o castigo corre solto e é muito bem aceito e estimulado. O faceboock encontra-se empestado de signos-ameaçadores do castigo. Sem castigo não teria essa sedução-alienante.
É na antiguidade que vai surgir o indicador pedagógico que o castigo não auxilia na educação das crianças e, muito menos, em suas aprendizagens. E não tem qualquer valor para a criança desenvolver um ego-gratificado e crescer acreditando no mundo para participar em sua construção por um Ethos-Comunalidade-Gratificante.
Mas, Hitler, ao nomear os judeus, como a sífiles do mundo e resolveu bani-los da Terra, escolheu o castigo como seu método pedagógico para concretizar sua psicotara, que até hoje se ouve nas delegacias pela boca dos torturadores como indicador pedagógico: Tu tá apanhando pra nunca mais tu fazer o que tu fez (escrito assim mesmo). Mas, não é só nas delegacias: em família muitos pais também recorrem à essa enunciação. O que significa: Para não praticares o mal. É o castigo-nazista solto como método de educação,
Hitler, com seu método-nazista, conseguiu seu intento: Israel aprendeu suavemente a linguagem-pedagógica do castigo praticada por Hitler, porque acreditou, envolvido em seu sado-masoquismo, que ele era um verdadeiro mestre. E valia a pena copiá-lo e praticá-lo. E aí, não deu outra: genocídio propagado por seus nazistas, como Netanyahu, apoiado pelos EUA e outros países, principalmente do Ocidente.
Assim, a tese-humanista da Pedagogia foi explodida por Hitler: O castigo é um eficaz método para ser usado na aprendizagem. Israel foi um excelentíssimo aluno. Aprendeu todas as lições e ainda desenvolveu-as mais sofisticadamente experimentando no Povo Palestina. Como Hitler experimentou nos judeus no holocausto e guetos. Só que Israel usa tele-tecnologia-virtual. Não precisa confronto como ocorreu na Segunda-guerra.
O castigo encontra-se tão profundamente entranhado em Israel, que ele quer, porque quer, batendo o pezinho em valsa-nazista, castigar Lula, por afirmar que o castigo não é Valor-Humano.
Como diz o bedel, Chibatinha: “Se o talento de um professor é confirmado pelas formas de comportamentos de seus ex-alunos, Hitler foi para Israel o gênio da educação!”.