DIZEM QUE NETANYAHU É A RESSURREIÇÃO DE HITLER. SE FOR, PERGUNTA-SE: QUEM É MAIS ANTISSEMITA?
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Breve lembrança Histórica-Semiótica: Na antiguidade, vários povos, do Oriente Médio,foram significados como de origem semita. Logo, o povo judeu não pode ser tido como a única referência semítica Histórica-Semiótica.
Em breve lembrança Histórica-Teológica-Geográfica, sabe-se que Moisés, o egípcio, quando o faraó Akhenaton morreu, ele partiu com uma parte do povo egípcio, mais os levíticos para a região onde iria estabelecer a base do povo hebreu, e levou com ele a ideias praticadas no Egito, de Povo Eleito por Deus, Monoteísmo e a Circuncisão, o que iria servir de sustentação-teológica aos judeus. Em outros textos. este Afinsophia.org já tratou desse tema.
Agora, breve lembrança sobre antissemitismo. Anti, como é analfabeticamente sabido, significa contrário, antagônico, oposto, etc. Logo, ser antissemita significa ser contrário ao semitismo. Porém, não tem, sinteticamente, o objetivo de destruição despe povo como muitos estúpidos e chantagistas propagam.
Um breve exemplo Histórico-Religioso-Político. Marx, que era descendente de judeu,em seu livro, A Questão Judaica, faz comentários sobre a posição de Bruno Bauer em relação ao objetivo do judaísmo no Estado alemão. Os judeus queriam liberdade privilegiada, inclusive contra os cristão, sem perceberem que os próprios alemães não estavam livres politicamente diante do Estado alemão. Baseado no judeu real, e não no religioso, é mostrado o sentido de secular judaico.
1 – Qual é o fundamento secular do judaísmo? A necessidade prática, o interesse egoísta.
2 – Qual é o culto secular praticado pelo judeu? A usura.
3 – Qual é o seu Deus secular? O dinheiro.
Todavia, nada do que é exposto na obra marxista é tido como antissemitismo. Estamos no século XIX, onde a razão impera. Breve demonstração: o avanço científico e a revolução industrial.
Agora, fica fácil compreender que há um certo enuviamento-sensorial-intelectivo atual sobre a exacerbação errônea no uso acusatório do conceito antissemita. Qualquer analfabeto Histórico-Político-Pervertido, sabe que o Nazismo, como prática administrativa-econômica-política-jurídica, de Hitler tomou uma profunda amplitude. Principalmente, em relação aos que ele, em sua tara-psiquiátrica, elegeu como inimigos.
Embora tenha sido em sua maioria os mais perseguidos, não foram só os judeus os únicos violentados, torturado e mortos, no holocausto. Ciganos, homossexuais (mesmo sendo o III Reich dominado por homossexuais uranistas: os violentos), negros, prostitutas e outros tiveram suas vidas destruídas.
Entretanto, foi a partir do nazismo hitlerista que o conceito antissemitismo passou a ter o significado que é praticado hoje. Mas, aqui é preciso um entendimento além do sentido genocida que se propagou. E que serviu para fortalecer a resolução da ONU, em 1948, para criação do Estado de Israel, nas terras da Palestina com as participações dos EUA e Inglaterra e que começou a violência do estado de Israel contra esse povo.
Antissemitismo não se reduz a perversão-racista contra os judeus que Hitler nomeou-os como a sífilis da humanidade, a sub-raça-degenerada. Mas sim, o método de crueldade sem qualquer signo-humano de respeito pelo Outro. Daí, que mundialmente, o antissemitismo é mais lembrado pelas práticas atrozes praticadas nos campos de concentração onde foram assassinados milhares de mulheres e homens, principalmente, em fornos. O holocausto.
É pela força irracional dessa perversão, onde não se encontra qualquer signo-humano, que mais se verbaliza o conceito antissemita. Trata-se do método de destruição-niilista da Vida. Do ódio contra a Natureza que projetou a Mulher e o Homem para terem Saúde, Trabalharem e Amarem. Tudo que todos os nazistas odeiam e negam no outro.
É nessa clara condição-inumana que Netanyahu e Hitler são nazistas iguais, só mudando as tecnologias. Netanyahu, com o apoio bélico-tecnológico dos EUA, leva vantagem, em perversidade, sobre Hitler. Pequena diferença dos caprichos a-históricos. Um método de perversão usado por muitos tiranos da ficcional pós-modernidade, visto que tiranos são como Édipo: estão por todos os lados.
Como diz, a Mãe Felisberta dos Florais: “Mesmo quem não acredita em ressurreição fica com duas pulga atrás das orelhas. A Vida tem “razão que a própria razão desconhece”, já dizia, Shakespeare!”.