QUANDO A FALSA-RELIGIÃO SE CONDENSA COM O ÓDIO RESULTA NO NEO-HOLOCAUSTO NA PALESTINA PRATICADO POR ISRAEL ATRAVÉS DE SEU FÜHER, NETANYAHU
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
“Faces sob o sol, os olhos na cruz
Os heróis do bem prosseguem na brisa da manhã
Vão levar ao reino dos minaretes a paz na ponta dos arietes
A conversão para os infiéis.
Para trás ficou a marca da cruz
Na fumaça negra vinda na brisa da manhã…”
Estrofe da letra de Aldir Blanc, Agnus Sei.
Em um conto de Sade, um padre chega junto ao leito de um enfermo-ateu, um nobre, prestes a morrer e, em última tentativa para convertê-lo, pergunta:
– Então, o senhor acredita ou não acredita na existência de Deus?
Ao que o enfermo, responde:
– Não! Não se pode acreditar no que não se compreende!
O consagrado filósofo francês, Clément Rosset, afirma que a crença é produto do que não se pode perceber. Diferente de compreender como afirma o enfermo, porque só se pode compreender o que se percebe. O que se experimenta. O que se pode analisar, examinar confirmar existência-real e essência-fundamental. O que passa pelos sentidos. Como dizem o empiristas: Nada há na mente que não tenha passado pelos sentidos. Na antiguidade, Tertuliano foi direto ao tema da crença concebendo a lógica-irônica-teológica ao afirmar: “Credo quia absurdum (Creio porque é absurdo)”.
Diante deste claro quadro-neuro-cerebral-humorístico, fica fácil entender que para se ter representações mentais como formas de imagens plásticas, sonoras e ideias, que possibilitam a linguagem, o sujeito-cognoscente (sujeito do conhecimento) necessita experimentar a matéria que se encontra fora dele como partículas de excitações de seus sentidos como mundo físico.
Assim, entramos na metafísica, que também é questão da filosofia, que significa o que se encontra além do físico. Como é o caso da religião que não é produto da experiência da matéria, mas da crença também formulada como fé. É, exatamente, a condição metafísica que concede à religião o sentido sagrado-sobrenatural. O que significa que na NATUREZA não há religião, posto que a religião é produto cultural espiritualizado como renunciante da sociedade, posto ser um deslocamento-imaginário-sacralizado-metafísicamente. Embora seja propagada no mundo-físico.
Foi o faraó Akhenaton que, ao conceber RÁ, o SOL, como o Deus Único que envolve todo o mundo, quem propagou a religião monoteísta de seu povo eleito seguidor dos dois principais-princípios-valores-humanos, saídos do Deus SOL: a JUSTIÇA e a Verdade. E foram esses dois princípios que Moisés, fundador do povo judeu, levou, junto com alguns egípcios, aos semitas e midianitas. Além do sentido egípcio de povo eleito, assim como a prática da circuncisão. Temas que esse AFINSOPHIA.ORG já tratou em outro texto.
Diante da prática sádica de Israel, comandada pelo seu füher, Benjamin Netanyahu, no Neo-Holocausto em Gaza, criado por ele, junto com os EUA e outros países da Europa, ficou possível que a população internacional testemunhasse que o sentido de religião como JUSTIÇA e VERDADE, não existe neste judaísmo-paranoico, mas tão somente a confirmação de uma falsa-religião condensada com o ódio que serve para satisfazer perversões-tanáticas e auferir lucros capitalistas e geográficos como sadismo-colonizador, mas que, infelizmente, ainda é crida por muitos habitantes de Israel e por muitos ignorantes da História das Religiões que se cumpliciam com os atos-assassinos do füher-psicopata.
Mas como diz, a teóloga-psiquiatra, Malka Yakira: A religião para Netanyahu, é um conjunto de corpos-despedaçados persecutórios fervilhando em seu inconsciente como pulsões-tanáticas, resultantes de seus traumas-infantis, que proporcionam seus deslocamentos-projetivos contra os palestinos que ele nomeou como seus inimigos responsáveis por seus pavores-culposos. Por isso, são queimados-vivos em seu neo-holocausto, Gaza.