ROLEX, ROUBADO DO ESTADO BRASILEIRO PELA OCRIM DE BOLSONARO FOI VENDIDO NOS EUA E RECOMPRADO POR WASSEF, UM DE SEUS MEMBROS, QUE EXIGE DO GOVERNO LULA A QUANTIA QUE PAGOU. CASO PSIQUIÁTRICO OU SÓ POLICIAL?
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O caso é mais conhecido do que farinha. Mais vil do que a palavra Ética na boca de nazifascista.
Bolsonaro ganhou do governo saudita um conjunto de joias que deveriam ser incluído no acervo do Estado Brasileiro. Porém, em sua santa honestidade, resolveu passar os cinco dedos. Que dizer: dezenas de dedos, já que foram várias mãos que participaram do trambique internacional.
Diante do ato honestíssimo, o Tribunal de Contas da União (TCU), exigiu que ele devolvesse as joias roubadas pela sua organização criminosa (OCRIM), como qualifica a Polícia Federal o bando, para o Patrimônio Brasileiro. Ele, muito honestamente, devolveu uma parte, mas faltava um relógio rolex.
Aí começou a curuba. O rolex deu um rolê em uma empresa nos EUA. O TCU determinou o tempo para ser entregue o relógio. A ocrim precisou de inúmeras unhas para coçar a curuba-bisnau. Foi, então, que depois de afirmar aos quatro cantos do “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”, que nunca tinha visto o relógio, o membro da ocrim, advogado Wassef, deu uma entrevista afirmando que recomprara o rolex com dinheiro de seu próprio bolso, sem que ninguém lhe pedisse, e entregara ao TCU.
Para não ser considerado muito honesto e muitíssimo bondoso, cobrou do governo Lula o dinheiro que gastara com a recompra do rolex.
Comédia-pastelão com muita pimenta. Eles roubam o relógio, vendem, recompram o roubo executado por eles mesmos, clara receptação de auto-roubo, e ainda querem que o governo pague o que eles roubaram, venderam e recompraram.
Jogando dominó na Praça dos Amantes, dois aposentados analisaram o caso:
-Na minha opinião, como guarda-municipal aposentado, trata-se de um violento caso policial.
-Não! Na minha opinião, como enfermeiro aposentado, trata-se de perigoso caso psiquiátrico.
Os dois jogam as pedras na mesa e afirmam uníssonos:
São os dois casos: policial e psiquiátrico!