AGOSTO LILÁS: SAIBA COMO DENUNCIAR CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHER

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Ativistas feministas defendem direitos das mulheres durante a passeata Marcha das Vadias na praia de Copacabana (Fernando Frazão/Agência Brasil)

DIREITOS HUMANOS

DISQUE 180

Canais de atendimento estão disponíveis 24 horas por dia e recebem informações de vítimas e testemunhas
Redação
Brasil de Fato | Rio de Janeiro (RJ) | 10 de Agosto de 2023 –
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Número de casos de violência contra a mulher cresceu no país entre 2021 e 2022\ – Fernando Frazão/ Agência Brasil
Durante todo o mês, o poder público e entidades do setor privado realizam atividades no contexto da campanha Agosto Lilás, lançada para conscientização sobre a violência contra a mulher. Um dos objetivos é dar visibilidade aos canais de denúncias.

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Dados divulgados recentemente pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostraram aumento nos registros de crimes violentos contra mulheres, como estupros e feminicídios, entre 2021 e 2022 no Brasil.

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Vítimas de violência ou ameaças podem entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher. De qualquer telefone, basta ligar para o número 180. O atendimento é gratuito e a central está disponível 24 horas por dia, em todas as cidades do país.

As informações recebidas pela central são encaminhadas aos órgãos competentes para investigações e tomada de medidas. As denúncias também podem ser feitas por testemunhas, de maneira anônima.

Além de ser um espaço para as denúncias, a Central de Atendimento à Mulher também oferece escuta e acolhida às vítimas, incluindo o fornecimento de informações sobre locais de atendimento indicados para cada caso, como os Centros de Referências, as Delegacias de Atendimento à Mulher e as Defensorias Públicas, por exemplo.

Outra alternativa é fazer o contato pelo WhatsApp. Basta salvar o contato (61) 99610-0180 na agenda do telefone celular e abrir uma conversa. As primeiras respostas são elaboradas por um sistema de inteligência artificial, mas atendentes estão disponíveis para participar da conversa e oferecer o acolhimento.

O Ministério das Mulheres recomenda que o contato seja salvo com um nome de uma pessoa comum, para garantir discrição. Além disso, orienta que todas as mensagens trocadas sejam apagadas em seguida para evitar que os agressores tenham acesso às conversas.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

 

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