A INVEJA É QUERER TER E SER O QUE O OUTRO TEM E É. IMPOSSÍVEL! MORO CONFIRMA SEU EGO-INVEJOSO: DIZ QUE VAI SER OPOSIÇÃO AO GOVERNO LULA. PODE, MANO?

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG 

 

Como Bolsonaro, Moro só recebe apreço dos destrambelhados: os que têm percepção e inteligência obnubilada. O mundo para estes é um conglomerado indefinido de objetos deformados sem possibilidade de nitidez e coerência referencial para suas próprias existências sociais. São os deslocados da concretude-social fundante das interações e intenções que fazem com que se possa integra-se em Sociedade-Democrática como práxis e poieses: ação e criação.

 

Os lúcidos e engajados nas ideias e objetos que formam as representações simbólicas que criam os encadeamentos Democráticos, sabem que Moro, como diz o filósofo Zé da Zilda, é um poço sem fundo de inveja de Lula. Não podia ser diferente: desde criança Lula foi apresentado para si como seu Ideal de Ego invertido. O fantasma-paranoico que iria lhe perseguir e que seria o leitmotiv de suas perspectivas modeladas pelo vazio-político que viria ser.

 

O pai de Moro odiava Lula. Imaginem uma criança ouvindo compulsivamente o nome-ordem-Lula, como diz a psicóloga Nezinha do Cumaru, cola, gruda no ego-infant que internalizado é condensado com outros corpus reprimidos no ID (Também conhecido como Inconsciente), se constitui em aguilhão que na vida adulta-encruada se torna sintoma-inveja. Sintomatizado, o adulto-ego-encruado, busca uma instituição para realizar a ordem-aguilhão que ele não sabe quem lhe enterrou e quando, e muito menos desconfia que é um escravo desse aguilhão, como nos mostra o filósofo-historiador Elias Canetti . 

 

Ora, ora, ora, Moro não tem qualquer cacoete de ser-político. É visível e constada sua carência-profunda dos exercícios de elevação transcendente dos sentidos, do intelecto e da ética-comunalidade. Essa carência-ontológica o impede de ser tido como um personagem respeitado e imprescindível para a produção continua da Democracia em composição com Todos que produzem o Bem-Comum.

 

Depois de desempenhar o deplorável personagem submisso ao Departamento de Estado dos EUA para perseguir Lula e ajudar, com sua turma da Lava Jato, avariar a economia do Brasil, principalmente a estatal Petrobras, agora, para se auto-convencer, e tentar convencer analfabetos-políticos, afirma que vai ser “oposição ao governo Lula”. Se não conseguiu ser oposição de nem quando Lula estava sem mandato, imaginemos Lula como presidente. É muita megalomania-narcísica.  

 

Como pode, mano? Moro oposição ao homem cuja sublimidade política-ética não foi sequer arranhada por sua compulsiva inveja-aguilhão? Fantasia hilariante para divertir uma parte da sociedade brasileira profundamente deprimida pelo sadismo de seu comparsa Bolsonaro e que espera a entrada no gabinete-político do Brasil o psíquico-político, Lula para iniciar a psicoterapia dos que estão com a saúde abalada e precisam da Cura-Democrática. 

 

O fim da neurose e da psicose extremista, diagnostica a psicóloga-política, Nezinha do Cumaru.

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