DEFESA DE LULA CONSEGUE, NO STF, DIREITO PARA USAR PROVAS DA SUSPEIÇÃO DE MORO

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Coitados! Não deu para os corruptores da justiça brasileira. Bem que Deltan Dallagnol e procuradores tentaram impedir no Supremo Tribunal Federal (STF), que a defesa de Lula usasse as provas das gravações da Lava Jato contra a parcialidade de Moro. Não conseguiram. Fazer o quê? Chorar sob a lisura da justiça.

Como diz o filósofo Zé da Zilda: Elas estavam convictos que eram os maiorais da justiça brasileira e podiam pintar e bordar. Pintar e bordar o manto que cobriu a indústria brasileira, principalmente, a Petrobrás. Estes justiceiros realizaram a maior entrega da riqueza de um país na história da política econômica do mundo.

Então, aconteceu. A Segunda Turma do STF se reuniu para o julgamento da defesa de Lula. Com um placar de basquete Lula experimentou a vitória. Em verdade, Lula, o Povo e a Democracia.

Os ministros goleadores pela democracia-judicial foram: Ricardo Lewandowski, relator; Nunes Marques, Cármen Lúcia (como diz Kennedy Alencar: constrangida. Era lavajatista de carteirinha); e Gilmar Mendes com direito a belo discurso que colocou a Lava Jato em seu lugar da fama: o desprezo da história. A bola contra a democracia-jurídica ficou por conta do relator da Lava Jato, Felix Fachin. 

Em tempo: 2022 já encontra-se na porta. É hora de revelar quem são os inimigos da democracia. Desvelar as mentiras que são alimentos dos egos encharcados de culpa e pulsões de morte que servem para eleger tiranos. 

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