RECADO DO NASSIF: A REVIRAVOLTA NA BOLÍVIA E O FIM DE ERNERTO, O IDIOTA
A reviravolta no quadro político boliviano, com o Congresso assumindo o controle político e propondo novas eleições, é alvo de algumas especulações
Nos grupos de WhatsApp com especialistas em diplomacia e geopolítica, o chanceler brasileiro é tratado como Ernesto, o Idiota.
A reviravolta no quadro político boliviano, com o Congresso assumindo o controle político e propondo novas eleições, tem merecido as seguintes especulações.
Há sinais evidentes de que a chancelaria brasileira participou de articulações que, em um primeiro momento, levaram ao poder evangélicos fundamentalistas. Ernesto, o Idiota, aliás, foi o primeiro a reconhecer os terraplanistas como novo governo boliviano.
Esses especialistas identificam dois movimentos conjuntos da Rússia e da China, visando reequilibrar o jogo de forças no país, aproveitando o encontro dos BRICs no Brasil.
A Rússia foi a primeira a se insurgir contra o golpe. Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, declarou que o reconhecimento de autoridades legítimas na Bolívia só seria possível após eleições livres.
Ao mesmo tempo, o presidente chinês Xi Jinping praticamente comprou o apoio brasileiro, oferecendo investimentos de US$ 100 bilhões. A ponto de Paulo Guedes propor um tratado de livre comércio com a China – a pá de cal final na indústria de baixa tecnologia brasileira.
De qualquer modo, parece que está chegando ao fim o momento de maior vergonha do Itamaraty, sob o comando de Ernesto, o Idiota.